Elkeson vence 9º, revela ‘não’ ao time e pede calma aos torcedores

Elkeson foi apresentado oficialmente como jogador do Guildahoje (13), e deu detalhes do arranjo para voltar Futebol Brasileiro. Contratado após deixar o Guangzhou Evergrande da China, o atacante admitiu procurar outros clubes e um deles foi recusado por ser rival do Botafogo, onde o jogador jogou pouco antes de ingressar para viajar para a Ásia.

Aos 32 anos, Elkeson assinou com o Grêmio até novembro e recebeu a camisa 9. A estreia do jogador está marcada para ser contra o CRB, pela quinta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

“Fiz várias pesquisas, mas nenhuma proposta oficial. Na época, disse ‘não’ para vários clubes. Principalmente para um clube rival de um time onde joguei no Brasil. Por respeito. O clube é o Botafogo, então por respeito ao Botafogo, eu disse não”, disse Elkeson ao Grêmio CT.

Artilheiro do futebol chinês, Elkeson também falou sobre o atraso na contratação de um novo time após o retorno ao Brasil. O acordo com o Grêmio não foi finalizado até abril.

“Os últimos anos têm sido difíceis para a minha família. Foram anos difíceis para nós, por isso falei com a minha mulher para podermos descansar (…) Foram anos difíceis para nós, por isso falei com minha mulher descansar”. . Nos últimos dois anos, estou em casa há apenas um mês. Nesse meio tempo, meu filho mais novo nasceu e eu não pude dar à luz. Eu ainda tinha um ano e meio de contrato, queria terminar o contrato. Meu objetivo é jogar a Copa da Ásia. Mas naquele momento, vi que não estava mais feliz. Vivendo longe do meu filho recém-nascido. É uma decisão que tomamos e estou muito feliz”, disse.

Em outra época, Elkeson ainda lembrou de jogar nas categorias de base para elogiar o Grêmio e explicar a escolha do clube porto-alegrense.

“Lembro que em 2004, 2005, joguei uma final de base contra o Grêmio, em Cascavel. A camisa é uma das mais bonitas do futebol brasileiro. Foi o destino. Quando cheguei, o técnico disse que o nove está disponível e esse é o número que gosto de usar. Ele tem tudo para dar certo. Espero que os torcedores estejam tranquilos porque estarei dedicado a ajudar em campo”, disse o atacante.

Confira outras respostas de Elkeson na coletiva de imprensa

ACORDO COM O GRÉMIO

Diego Cerri foi muito importante para esta vinda. Conversamos por cerca de 40 minutos e ele me disse que eu teria esse tempo para praticar. Ele me disse que poderia ficar tranquilo, pois teria treino para treinar. Treino forte, me dedico, cuido da alimentação para estar disponível para ajudar o time o quanto antes.

ESTILO DE JOGO

Agradeço ao professor Oswaldo de Oliveira, porque me lançou como centroavante no Botafogo. Hoje, sinto-me como um centroavante, tendo jogado as últimas temporadas aos nove anos. Mas Monsieur Lippi também me pediu para fazer o papel secundário e tive sorte de ir bem. Conquistamos vitórias. Hoje sou o número nove, mas se o professor Roger me perguntar, jogarei a seguir da melhor maneira possível.

ADAPTAÇÃO

Eu realmente vou ter que aproveitar ao máximo. É muito difícil se adaptar ao estilo de jogo do treinador italiano. No primeiro ano, assim que saí do Brasil, tive dificuldades. Mas eu sempre tentei me adaptar e tudo que o senhor passou, eu tentei alcançar. Já tive uma conversa muito proveitosa com o professor Roger e vou me dedicar ao máximo. Os torcedores podem ficar tranquilos, pois farei o meu melhor em campo para ajudar o time e meus companheiros.

CONTRATO

Esta é uma opção sobre a qual falamos muito. Como eu estava fora do país há nove anos, havia a possibilidade de voltar. Ele tinha um projeto e eu aceitei imediatamente. Conversei com minha esposa, meus pais. Minha mãe me censurou por estar muito tempo fora do país, pela dificuldade de acompanhar as partidas. Espero que os fãs possam se acalmar um pouco. Sou muito profissional, vou treinar duro para estar 100% o mais rápido possível. Foi nossa ideia. Como fiquei muito tempo no país, acho que… pretendo jogar a Copa da Ásia no ano que vem. Ainda preciso ajudar o futebol chinês. O povo chinês me acolheu muito bem. Então, quero jogar a Copa da Ásia em alto nível para ajudar a seleção nacional a conquistar esse título. Infelizmente não alcançamos a Copa, mas na próxima temporada temos outra chance.

PRIMEIROS DIAS NO GRÉMIO

É muito difícil você ficar de fora, ver o time jogar e não poder ajudar em campo. Vim para ajudar dentro e fora do campo. Temos jovens jogadores experientes. Todos com o mesmo pensamento de colocar o Grêmio de volta ao futebol brasileiro. Você tem que ser humilde, dar o seu melhor em campo. O ambiente ficará cada vez melhor. O ambiente é muito bom e quero agradecer a todos pelo carinho.

ELKESON E DIEGO SOUZA JUNTOS NA EQUIPE

Aliás, tive essa conversa com o Diego (risos). Lá, em nossa corrida. Temos muitos amigos em comum, ele é um cara legal e todos falam bem dele. Ele é um grande jogador, fomos adversários no Rio de Janeiro e é uma grande expectativa trabalharmos juntos, se é isso que o senhor quer. O compromisso vem à medida que a temporada avança. Quando eu estiver bem fisicamente e ele voltar da lesão, vamos ajudar muito o Grêmio.

VOLTAR AO BRASIL

Como saí do Botafogo para jogar em alto nível, tenho esse pensamento em mente de jogar em alto nível aqui no Grêmio. E para isso, peço aos fãs um pouco de calma. Ainda terei duas ou três semanas para treinar e jogar. Meu retorno ao futebol brasileiro é feito basicamente para isso: mostrar meu futebol. Mesmo estando fora, mantive minha meta média e isso é motivo de orgulho. É difícil sair do país e ter sucesso fora do país. Por isso, é apropriado enfatizar o meu profissionalismo. Ele me trouxe aqui

CARACTERÍSTICAS

Quando fui para o Botafogo, joguei mais na ponta. Com mudanças na comissão técnica, saídas do elenco, o professor Oswaldo me pediu para fazer esse papel. Confesso que fiquei um pouco ansiosa, sabe, mas fiquei feliz e consegui ajudar. Minha característica é parecida com o Diego sim, mas vai depender do jogo, da lista. O que quer que o professor Roger escolha. Se eu tiver que fazer essa função ao lado, eu faço. Eu farei o meu melhor. Aqui não temos que ser vaidosos, temos que dar o nosso melhor.

DIEGO OU ELKESON?

Se ele escolher Diego, ficarei feliz e o apoiarei. Se eu tiver 5 minutos, farei o meu melhor. É preciso deixar a vaidade de lado e pensar no coletivo

TORCIDO, PRIMEIRO

Quero agradecer todo carinho que recebi dos fãs. E você tem que admitir que em Xangai há muitos torcedores do Grêmio. E até um gaúcho de Gramado. Agradeça aos fãs pelo carinho. Espero igualar a altura, no chão. Sei que os torcedores cobram muito, principalmente pela entrega em campo, e é isso que vou fazer. O torcedor na China é um pouco mais tímido, é diferente. Muitas vezes eles preferiram tirar uma foto de longe ao invés de se aproximar, como aqui. A diferença de cultura é muito legal.

EXPERIÊNCIA NA CHINA

Quando fui para a China, poucas pessoas me conheciam e ganhei carinho e respeito em campo. Sempre tentei ser muito profissional, trabalhei duro para dar o meu melhor em campo. O primeiro ano foi um pouco difícil, mas conquistamos títulos importantes. Fui para a China porque o senhor me convidou para tentar ganhar a Copa da Ásia. Foi um momento mágico como profissional. Sei que a responsabilidade é muito grande, mas sou um profissional e tenho que estar preparado. Trabalhar, dar tudo de mim.

POR QUE O CONSELHO

Fiz várias pesquisas, mas nenhuma proposta oficial. Naquela época, eu disse ‘não’ para vários clubes. Especialmente em um clube que rivaliza com um time onde joguei no Brasil. Por respeito. O clube é Botafogo, então por respeito ao Botafogo eu disse não. E os últimos anos têm sido difíceis para minha família. Foram anos difíceis para nós, então conversei com minha esposa para que pudéssemos descansar. Durante dois anos, fiquei apenas um mês em casa. Nesse meio tempo, meu filho mais novo nasceu e eu não pude dar à luz. Eu ainda tinha um ano e meio de contrato, queria terminar o contrato. Meu objetivo é jogar a Copa da Ásia. Mas naquele momento, vi que não estava mais feliz. Vivendo longe do meu filho recém-nascido. É uma decisão que tomamos e estou muito feliz com isso. Escolhi o Grêmio pelo tamanho. Lembro que em 2004, 2005, joguei uma final de base contra o Grêmio, em Cascavel. A camisa é uma das melhores do futebol brasileiro. Foi o destino. Quando cheguei, o gerente disse que nove estava disponível e esse é o número que gosto de usar. Ele tem tudo para dar certo. Espero que os torcedores estejam tranquilos, pois vou me dedicar a ajudar em campo.

JOGOS NA TEMPORADA

Na China, joguei no máximo 45 jogos por temporada. Ainda temos 37 jogos na temporada e devo perder mais três ou quatro, certo? O treinamento é suficiente? O futebol brasileiro tem uma intensidade maior, por isso exige muito profissionalismo. Os jogadores mais experientes serão muito importantes nesta jornada.

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