Divisão de receita decidida por unanimidade e Justiça Desportiva Própria: o que diz o estatuto da liga | negócios do esporte

É o que diz o artigo 83 do documento de 37 assinaturas nesta terça-feira por oito clubes, seis deles da Série A (Bragantino, Corinthians, Flamengo, Palmeiras, Santos e São Paulo) e deve da Série B (Cruzeiro e Ponte Preta )

– Os critérios de repartição entre os Clubes Associados […] serão aqueles que vierem a ser aprovados pela unanimidade dos Clubes Associados.

O documento dá a ouvir que a primeira edição da liga seria organizada em 2025, já que as principais fontes de receita do Campeonato Brasileiro em seu formato atual (sobretudo direitos de TV) já foram vendidas até 2024.

A futura divisão de recibos é motivo de divergências entre os grupos obrigatórios: de um lado os seis clubes da Série A que assinaram a criação da Libra; do outro, os 14 que não assinam. Na noite de terça-feira, horas da reunião em São Paulo, o grupo de 14 depois de terça-feira comunicado não qual explica os motivos para ter tomado essa decisão.

As pessoas que defendem a criação da Liga questionam a estratégia do grupo dos 14, usando o argumento de que é, mas facilmente formalizar imediatamente a entidade e pois discutir os critérios, já que as decisões só serão consideradas de maneira unânime.

Presidente do Athletico-PR, Mário Celso Petraglia critica clubes paulistas e Flamengo

Do outro lado, no grupo pelo Movimento “Forte Futebol” Libra agora o recebimento de uma entrada prometida na unanimidade para não conseguir possíveis mudanças. As discussões vão continuar pelo menos ate o dia 12 de maio, quando os clubes das Séries A e B vão se reunir na CBF.

Justiça Desportiva própria, sede em São Paulo

O estatuto da Liga também prevê a criação de uma estrutura própria para resolver questões, papel que no caso do Campeonato Brasileiro das Séries A e B, país que a Libra quer organizar, hoje cabe ao STJD.

A estrutura prevista pela criação de uma Assembleia Geral da Série 40 clubes, com peso 2 para os votos dos clubes da Série A e peso 1 para os votos dos clubes da Série A e peso B. aprovar a inclusão ou a exclusão dos clubes.

Mas as principais decisões tomadas pelo Conselho de Administração.

Presidente do Flamengo, Rodolfo Landim falha na criação da liga brasileira de clubes

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Além disso, cada divisão terá um Conselho Deliberativo próprio – formado pelos 20 clubes que disputam as competições em cada ano. Daí sairão os sete indicados para compor o Conselho de Administração, com cinco nomes indicados pelos clubes da Série A e devem os nomes indicados pelos tempos da Série B.

Este Conselho de Administração vai ocupar os ocupantes do presidente mandatário e da secretaria-geral que terão apenas uma recondução de três anos permitidos. Também caberá ao Conselho de Administração indicar a Diretoria Executiva, que deve ter um mínimo de três integrantes: Diretor Executivo, Diretor Administrativo e Diretor Financeiro.

Há quanto à ocupação das cargas tanto no Conselho de Administração na Diretoria Executiva. Pode ter carga pública remunerada Nenhum, nem ocupado cargas em clubes, federações ou entidades ligadas ao futebol; também não pode ser jogadores, técnicos ou agentes na ativa.

Presidente do Inter, Alessandro Barcellos, aposta em acerto para criação de liga

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Proposta de divisão de recebimento

Além do estatuto, circula entre as equipes na reunião desta terça-feira um anexo de duas páginas com explicações sobre como funcionaria a divisão de Liga. Segundo os autores da proposta, esses parâmetros podem ser discutidos em discussões entre os clubes.

  • 40% da receita de resistência em partes iguais aos clubes que disputarem a competição
  • 30% da receita diferente de acordo com a classificação final do clube, com a diferença de 6x (nesse quesito específico) entre o campeonato e o 16º colocado. Os quatro últimos receberão metade do 16º.
  • 30% da receita vinculada ao engajamento do torcedor, cinco pilares:
  1. Mídia pública nossos estádios
  2. Base de assinantes de cada clube nos pacotes de streaming do campeonato
  3. Número de seguidores acumulados e engajados nas cinco principais Redes Sociais
  4. Audiência na TV Aberta
  5. Tamanho de Torcida.

Os critérios definidos para cada um desses quesitos também serão aceitos por unanimidade todos os clubes das Séries A e B.

Os clubes que não designam o documento na qual uma divisão não é dividida igualmente em 50%, 25% por desempenho e 25% da receita nos critérios de comprometimento antecipado, que poderia ser redcutido adiante. Esses percentuais são construídos aos da Premier League.

Outra diferença diz respeito à última decisão de um teto para a diferença entre o que o ganho apresentado nos critérios de avaliação e o primeiro. Ou seja, nos itens esportivos e engajados, o grupo dos 14 deseja que o primeiro da lista não receba mais do que 3.5 vezes o que ganhará o último.

A semana será de articulações e discussões entre os próximos lados. Está marcada uma reunião para o dia 12 de maio, na CBF, para o assunto voltar a ser formalmente discutido.

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