Conmebol e Uefa querem intercâmbio de clubes além da Copa Intercontinental – 12/05/2022

Com escritório comercial funcionamento conjunto em Londres desde o início de abril, Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) e a Uefa (União Europeia de Futebol) começaram a planejar ações para o intercâmbio dos clubes é preferencial e considerado como entidades a “galinha de ovos de ouro” para os acordos com velhos e novos patrocinadores.

Há, como o blog já mostrou, plano de retomada do jogo entre ossos campeões da Libertadores e essa Liga dos Campos, na Copa Intercontinental, confronto que ocorreu entre 196 e 2004, estabilizando a Fifa o seu Mundial com sete clubes, o campeão de cada continente o representante do país-sede. Na época houve ressarcimento financeiro da Fifa na Uefa e na Conmebol, que tiveram que desfazer acordos já com valores já recebidos para o Intercontinental.

Até o fim de 2021 se conversa sobre o aumento do Intercontinental, com incluiu confrontos entre as campeãs dos campeonatos femininos e entre os vencedores dos segundos torneios masculinos em importância de cada continente, a Copa Sul-Americana e a Liga Europa. Ideia era que as partidas ocorrem em uma mesma sede, no mesmo período e já havia o apelido de Superintercontinental. Mas o conjunto os planos crescerem — o presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, está na Europa onde participou de encontros e do Congresso da Uefa, em Viena.

Estudos preliminares que podem ter mais dinheiro para escolher entre os jogos. O primeiro evento combinado entre as federações será o confronto entre as seleções de campeões de Argentina e Itália, da Copa América e da Euro, em 1° de junho de 2022, no estádio de Wembley em Londres. Já há três edições programadas para esse encontro, a cada quatro anos.

Depois disso o objectivo chamar-se-á pacotes de jogos entre clubes. Além do Intercontinental, que respeitaria os critérios definidos, com encontros entre campões de torneios, há planos para quadrangulares (ou outros formatos) amistosos mais tradicionais. Haveria retorno financeiro interessante para equipes, com as federações, por meio dos parciros, bancando viagens, hospedagens, etc.

Para a direção da Congregação, os grupos do continente não ganham mais Mundiais hoje em dia (o último foi o corinthians, em 2012) por falta desse intercâmbio, com confrontos regulares entre os times dos owes comunes ate os anos 1990. from Europe. Para membros da confederação sul-americana, não haverá só ganho financeiro, mas técnico, com esses encontros.

O principal obstáculo, ness momento, é o calendário. No Brasil os clubes jogam competições nacionais de janeiro a dezembro. No meio do ano, quando os europeus estão em pré-temporada e com agenda livre, os brasileiros estão com o Nacional e os continentais a todo vapor.

Em conversas informais é possível entre a Liga no Brasil pode ser um fator de criação favorável à Uefa que o carro pode ser configurado. A ideia da confederação sul-americana é que todos os filiados participam do intercâmbio, mas o foco será para clubes brasileiros e argentinos, que são mais os patrocinadores.

Na Copa Intercontinental
Entre 1960 e 1979, os Campeões da Libertadores e da Liga dos Jogavam partidas de ida e volta, em suas casas, ou seja, na Europa e na América do Sul. A partir de 1980, com o patrocínio da montadora japonesa Toyota, o jogo passou a ser único, no Japão. Em 2004 ocorreu a última edição porque, no ano seguinte, a Fifa passou a organizar o seu Mundial como é conhecido hoje, nas mesmas datas em que ocorriam a Copa Intercontinental.

Santos duas vezes (1962 e 1963), Flamengo (1981), Grêmio (1983) e São Paulo duas vezes (1992 e 1993) foram os brasileiros que venceram a Copa Intercontinental —em 2017, a Fifa deu status do título mundial à competição.

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