Congresso derrubado a recursos para modernização e infraestrutura de esporte

O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (28), uma parte do Veto 11/2022 do presidente Jair Bolsonaro a itens do Orçamento da União para 2022 (Lei 14.303, de 2022). Ele corta US$ 3,1 bilhões em despesas aprovadas em dezembro pelos parlamentares emendas pelas comissões, como chamadas de despesas obrigatórias, e R$ 1,8 bilhões em gastos sem destino obrigatório, como chamadas discricionário. Os itens que tiveram vetos derrubados são ligados ao ministério da Cidadania.

Com a derrubada de owe dos 235 devices que foram vetados pelo presidente, fica valendo uma previsão de despesas do plano do Congresso para apoio à implantação e modernização de infraestrutura para esporte educacional, recreativo e de lazer. Como dotado de restauradas, do Ministério da Cidadania, têm o valor de R$ 87,9 milhões.


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O esporte deve ser usado para a prática de lazer e equipamentos de lazer, assim como locais e equipamentos para a prática esportiva, para reduzir a exclusão e o risco social e para melhorar a qualidade de vida, com a garantia de acesso a espaços. esportistas modernos. Essas áreas incluem, por exemplo, quadras poliesportivas, campos de futebol, ginásios, complexos esportivos, pistas de atletismo, semiolímpicas piscinas, academias de ginástica ao ar livre e parques infantis.

Corte

Os vetos aos dispositivos restantes, total de 233, foram encontrados. A área que mais perdeu recursos em valores nominais foi o Ministério do Trabalho e Previdência, com veto de R$ 1 bilhão. Em seguida vem o Ministério da Educação, com um cancelamento de R$ 736 milhões. Outros órgãos com grande volume de recursos vetados foram dos Ministérios do Desenvolvimento Regional (R$ 458,7 milhões), Cidadania (R$ 284,3 milhões) e Infraestrutura (R$ 177,8 milhões).

Os vetos alcançaram 138 ações, mas o programa que mais foi a administração do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com corte de R$ 709,8 milhões. O Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Educação Básica perdeu R$ 324,7 milhões, enquanto o Serviço de Processamento de Dados de Benefícios Previdenciários teve corte de R$ 180,7 milhões.

Na mensagem enviada ao Congresso Nacional (ETV 11/2022), ou presidente da República justifica o corte “por inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público”. Segundo Bolsonaro, os parlamentares subestimaram o valor das despesas com o pagamento de pessoal e dos encargos sociais. “Ante a necessidade projectada de recomposição das despesas primárias com pessoal, impõe-se o veto”, argumentou o chefe do Executivo.


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Acordo

Segundo o líder do governo no, senador Eduardo Gomes (PL-TO), houve um acordo pelos itens do Veto 11, porque a votação desse veto era important para que pudesse ser votado projetos do Congresso que liberam recursos para áreas o Plano Safra. Os ajustes em áreas específicas devem ser feitos nesses projetos do Congresso.

— Houve a seguinte negociação: na manutenção do Veto 11, há o compromisso do Governo de recomposição, num acordo fechado com a Frente Parlamentar da Agropecuária, com lideranças do setor, para a manutenção, o retorno dos recursos da Embrapa, de investimentos setoriais que garantam à agricultura brasileira o bom funcionamento. Então, isso está nessas consequências por esse acordo.

O vice-líder do governo no Congresso, deputado Claudio Cajado (PP-BA), explica que a manutenção do veto era essencial para que o governo pudesse garantir o Plano Safra e recomposição salarial de categorias de servidores públicos sem aumentar o teto de gastos .

Já o vice-líder do PT na Câmara, o deputado Afonso Florence (BA) afirmou que o veto retiraria recursos de áreas como saúde, assistência social, meio ambiente e educação para depois aumentar, por meio de outro projeto, o dinheiro pra propaganda.

— Para políticas sociais tem teto; para a política eleitoreira de Bolsonaro, não – criticou o deputado.

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