Chegada da Volkswagen enterrada piada e é maior golaço da nova gestão da F1 – 02/05/2022

A confirmação da entrada do Volkswagen na F1 a partir de 2026 encerrará a novela longa e que muitas vezes ganhou ares de piada. Foram os bons, rumores e zunzunzuns ao longo das últimas décadas que qualquer menção ao assunto caiu em descrédito. Não mas.

É uma notícia impactante, um marco para o esporte. Trata-se de um dos maiores grupos automotivos do mundo, o segundo em vendas de veículos no ano passado, controlador de marcas como Audi, Porsche, Bentley, Lamborghini, Skoda, SEAT, Scania e, claro, Volkswagen.

Mas por que agora? A Volks resistiu ao boom das montadoras no início do século, quando marcas como Toyota, BMW, Renault e Honda se jogaram de cabeça na F1.

O que convenceu seu Conselho finmente, tirar os planos da gaveta,?

Foi uma confluência de três fatores. Os três merecedores merecem os resultados da época em que porque, são reveladores da F1 que acompanhamos.

O primeiro foi citado rapidamente pelo CEO do grupo, Herbert Diess, no vídeo em questão de questões de moradores de Wolfburg e em que revelou a tomada de decisão.

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Marion e Romain Grosjean nesta terceira temporada da série “Drive To Survive”

Imagem: Reprodução/Netflix

“A F1 está de forma muito positiva em todo o mundo. O marketing que está mais adaptado à Ásia, mais à Netflix, a F1 a scercer scer scer notre USA. .

Pesco o detalhe? Netflix. É incrível como uma série que segue rendendo frutos _e talvez a chegada do grupo seja alemão o mais suculento ate agora. Desde o lançamento da primeira temporada, em 2019, “Drive To Survive” vem transformando o primeiro público da F1.

A última edição da Nielsen com pesquisa da categoria, divulgada nos meses da série, que 34% torcedores para contratar a seis companhar o esporte nas cinco temporadas. Detectou, ainda, crescimento de 20% da popularidade em 2021 em dez pays-chave, incluindo Brasil, EUA e China. Mas: 77% deste crescimento veio de fãs entre 16 e 35 anos.

O segundo fator também está no vídeo para os moradores da cidade onde fica a sede do grupo. E só foi possível a gestão também da Liberty Media, que assumiu a F1 em 2016 e trincou anos de marasmo na condução dos negócios da categoria.

“Só faz sentido entrar quando houver uma grande mudança nas regras. Isso está agora, em 226, quando os motores terão um nível mais alto de eletricidade vindo e os combustível serão sintéticos. Isso significa desdobrar um novo motor, ou que leva de três a quatro anos. Ou tomávamos a decisão agora ou teríamos que esperar mais dez anos. Porsche e Audi acham que é a coisa certa a se fazer e já começaram a déenvolver motores”, disse.

O terceiro e último fator never será dito em vídeo, mas é igualmente importante e, novamente, tem tudo a ver com a nova gestão da F1.

Quando foi anunciado no comando da categoria, em 2020, Domenicali tinha uma estratégia pronta para o grupo alemão: bajular os Qataris.

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Largada do GP do Qatar, em novembro do ano passado, com Lewis Hamilton na pole position

Imagem: Mercedes

O QIA, terceiro fundo soberano do Qatar, é o maior proprietário de ações da Volkswagen, com direito a 17% dos votos no conselho.

Domenical comandou a Lamborghini por quatro anos. Estava lá em 2014, quando o Audi ensaiou entrar na categoria, plano que foi barrado exatamente no conselho do grupo.

Quando 20 carros de F1 largaram para o primeiro GP do Qatar, em novembro do ano passado, havia mais jogo do que a disputa pela vitória. Em algum lugar do circuito, Domenicali deve ter pena do triunfo, ciência do conseguir costurar.

Ainda há pontos importantes a serem esclarecidos. O principal deles: como será o envolvimento de Porsche e Audi? O caso da primeira está encaminhado: deve assumir a divisão de projetos da Red Bull. Já a marca quatro argolas procura hora para chamar de seu e um atendimento Sauber, e com McLaren Aston Martin. Para ver.

O automobilismo perde uma piada interna. E a Liberty ganha seu maior jogo ate agora, com direito a golaço.

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