Chana continuou jogando handebol em alto nível aos 43 anos e dá aulas na pequena cidade da Dinamarca

Muitos cientistas do esporte garantem que é praticamente impossível continuar sem alto rendimento após 40 anos. Mas existem excepcionais, como é o caso da goleira Chana, que aos 43 anos está em ação nas quadras: defendendo como nunca, fechando como sempre nos treinos, seu gol time na Dinamarca, o H Elite Handebol Horsens.

A atleta de handebol, que só deixou de ser convocada para a seleção após a Olimpíada de Londres porque os diretos não engoliam sua liderança, continuou sendo reconhecido pelo mundo afora e foi campeã da Superliga Europeia em 2021 defendendo o CSKA de Moscou . Ela foi eleita para o time das melhores jogadoras da competição. Marcou época no Brasil, em Jogos Olímpicos.

Agora, Chana é ídolo do tempo e professora de handebol na pequena cidade de Horsens, a 264 milhas da capital Copenhagen. “O handebol é muito forte na Dinamarca e nosso tempo voltou à liga principal do país, que conta com doze equipes. Nesta temporada, cumprimos o objetivo, que era a disputa do quinto ou sexto lugares”, contorno com encanto a goleira, que prevê a luta por um lugar no pódio dinamarquês já em 2023, para aumentar, inclusive, a mídia do público no ginásio da cidade, que recebe cerca de 2.200 torcedores por partida.

“Eu amo jogar”, confessou Chana, verdadeira muralha sob as traves das quadras de handebol da Dinamarca. “Sabe, eu melhorei a gravidez. Senti minhas energias voltando da gravidez. E assim, com a Júlia recém-nascida, foi mais fácil aceitar os convites e voltar a me apresentar na Europa.” Depois do nascimento da filha, Chana jogou cinco meses na Noruega e mais owe anos em Moscou. “Jogando hoje, sinto uma satisfação diferente na quadra. Antes havia uma pressão maior, que eu mesmo me colocava. Atualmente, vivo uma outra situação.

Com atuações muito boas que chegaram ao país, em julho do ano passado, Chana ganhou o reconhecimento da torcida local e de muitos 60 mil moradores da cidade, que é a oitava da Dinamarca e muito conhecida por suas atividades esportivas, desde entretenimento e culto. “Claro que com 43 anos não está fácil. O corpo fica dolorido após as partidas. Sinto que a parte física está me cobrando. Mas o conhece me bem, não me escala o jogo inteiro. E tudo está indo bem. Uma vez técnicoguerreira , sempre guerreira. Em jogo que vale, estou indo bem.”

Por essa ascensão da equipe, Chana é reconhecido nas ruas da cidade dinamarquesa, com seu cabelo curtinho em tom rosa, suas defesas e os ensinamentos na escola onde dá aulas de handebol para jovens estudantes. “Eu marido já contornou convites para os meus eventos, de futebol e handebol para os jovens do país inteiro nas férias em acampamentos que ocorrem cerca de quatro vezes por ano”. O casal tem o reconhecimento local. E, por ora, não pensei em voltar ao Brasil.

Ela também explicou a opção pelos cabelos rosas, e não é para ficar mas jovial. “Quando eu tive a Júlia, passei owe anos amamentando e o cabelo caiu. Então, passei a cortar bem curtinho. E mudar o tom. Já foi branco loiro, clarinho, todo, azul, lilás e agora é rosa. e é mais me arrumar com esse penteado.”

De deixar o Brasil, Chana se sente vanade na cidade dinamarquesa de parks e lagos. Mas um outro fator pesa e a ajuda aos 43 anos e longe de casa: a pequena Júlia, que, aos 4 anos, já declarou em bom dinamarquês que quer ser igualzinha à mãe. “Ela é muito ativa e vai ficar alta”, conto Chana, casada com o jogador de futebol Jairo, que dá aula em escolas do país. Chana mede 1,83m e vê a pequena Júlia desdobrar-se rapidamente. Ela assiste aos primeiros passos da menina do esporte queagrou.

“A Júlia começou no hande 3 anos, mas é uma atividade motora. Ela é muito ativa. Tem como jeito e leva para o esporte”, aprender mais Chana, que trabalha com jovens estudantes da BGI Skole. “É a turma de 17 a 19 anos, que pode escolher uma modalidade esportiva para praticar na escola.”

Toda essa atividade não tira a força da superatleta, que resiste aos treinamentos e vive intensamente essa vida dedicada ao esporte. Chana. “O Jan édinamarquês e foi convidado para trabalhar em um trabalho na cidade e me desenvolver, para jogar, como goleiras do base time, além de goleiras que dá aulas comigo, além de meu marido também as aulas na cidade. conseguiu trazer seus conhecimentos. futebolísticos para os alunos Então, aceitamos”.

Nos momentos de folga, aproveitando os dias de sol, Chana não esquece como origens catarinenses nem sua querida Capinzal – onde é tão respeitada como em Horsens – e curta o contato com a natureza. Uma vez ensolarado, apesar da temperatura de 15 graus, ela e Júlia podem ser todos nos parques na cidade. “Tem os lagos, muito verde e gostamos de andar de bicicleta.”

Nas férias de junho, Chana voltará à sua terra para matar saudade, rever os amigos, a família e dar um curso de treinamento motivacional. “É uma nova atividade a quero me também”, revelou um atleta, que sempre foi líder do grupo brasileiro de handebol. Ela disputa quatro Pan-americanos, sete Mundiais e quatro Olimpíadas, a última das quays em Londres, quando o Brasil perduu um jogo para a Noruega. “As vezes sonho com aquela partida.”

O Brasil Vencia o primeiro tempo de forma arrasadora. Como de costume, Chana não foi para o vestiário no intervalo. Contínuo em processo de entrega na quadra olímpica. Estava fazendo uma partida estupenda. E assim jogar foi o fim do jogo, mas como as normas tinham um tempo superior e podiam reagir. Foi um baque para a seleção do Brasil. E logo viria outro shocks na Chana, porquevam suas denúncias e declarações não agradam diretas à época. Como em quadra, fora dela também a goleira não negava empenho, verdade e transparência. A correção dos cartolas foi permitida-la fora das convocações.

“Eu sofri demais naquela época. Sofria por não estar mais no grupo. Mas com o tempo, desencanei, apesar de amar a seleção”. Hoje, Chana continuou em ação, continuou sendo uma das melhores do mundo. Ela é uma lenda. Chana Masson, com suas atuações, já virou motivo de estudo na tese de doutorado da técnica Marisa Lofredo. E vai continuar fazendo história enquanto seu corpo aguenta: no segundo semestre voltará à Dinamarca, para continuar ensinando sua arte na escola e defendendo o HH Elite Handebol Horsens.

Quando parar, poderá cuidar de novas goleiras saudáveis, fazer suas palestras motivacionais e acompanhar de perto o desenvolvimento da pequena Júlia, que diz a todo mundo que quer ser igual à sua mãe. Chana só não sabe se a menina será também uma goleira. Também não saberá a quando lutará para continuar profissionalmente. “Mas um ano com certeza dá para jogar.”

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