Cartão de inveja do FC Porto à Federação de Andebol na sequência do clássico com o Sporting

“Dragões” acusam o Sporting de “receber e interagir com os demais agentes desportivos em jogos com o FC Porto de uma maneira absolutamente inaceitável”.

O FC Porto informou esta quinta-feira ter enviado uma carta à Federação de Andebol de Portugal na sequência das possibilidades registradas no clássico com Sporting, no Pavilhão João Rocha, de onde os “dragões” saíram no sábado com um triunfo por 29-28 , aproximando-se do título.

O emblema azul e acusa o Sporting de branco “receber e interagir com os demais agentes desportivos em jogos com o FC Porto de uma maneira absolutamente inaceitável”, não tendo o sábado sido exceção.

“Tal postura não só condicionou o ambiente como poluiu a postura dos espectadores no recinto. Voltaram repetiu este lamentável comportamento de intimidação e de comportamentos antidesportivos que levaram tem constantes interrupções de jogo em resultado de arremesso sistemático de objetos em direção aos jogadores do FC Porto”, lê-se.

O FC Porto acredita ainda “que o ambiente criado e as pressões constantes, bem como os parâmetros e a intimidação da postura já mencionados também têm consequências em função da arbitragem, o que é absolutamente impensável quando a competição a um momento decisivo”, dando vários exemplos.

Por fim, os azuis são os brancos pedem “aos órgãos federativos para que sejam tomadas medidas para que situações e comportamentos do gênero sejam exemplarmente punidos – garantiendo que não sejam dignos de crédito”.

Leia tem mapa na integra:

“Como é do V/conhecimento, tem sido habitual por parte da equipa visitada e seus líderes receber e interagir com os demais agentes desportivos em jogos com o Futebol Clube do Porto (“FC Porto”) de uma maneira absolutamente inaceitável e o passado sábado não fé exceção a esta já “máxima” do Sporting CP.

Tal postura não só condicionou o ambiente como polui a postura dos espectadores no recinto. Voltaram repetiu os seus lamentos de intimidação e comportamentos antidesportivos que constantemente interrompia o seu trabalho em consequência da perturbação sistémica de objetos na direção dos jogadores do FC Porto.

Numerada tentativa de defesa da zona de defesa física dos atletas do FC Porto, o recinto de jogo foi constantemente molhado com líquidos enviados das bancadas. Esta situação é uma constante interrupção em vários momentos e por vários minutos do condicionar o desempenho dos jogadores Porto, que semper deu origem a uma grande feira e construção. Mas, temos que estes behavioros agora afetem também a equipa contraria e sua liderança.

Tal confirma-se ate no plano tático por parte dos responsáveis ​​do Sporting – que vão da já referida intimidação à vitimização, com uma forte dose de teatralização em que não esconde o mal perer! “Faz teatro!” são as palavras ouvidas dos responsáveis ​​técnicos do Sporting Durante um time out, o que diz tudo!

Acresce, finalmente, a tudo isto criado e como ambiente de pressão constante, bem como como as paragens e a postura a que se refere também as consequências da função do jogo em matéria de arbitragem, o que é absolutamente impensável quando a competição a competição Chega a um momento definitivo!

Para nossa preocupação, deixamos os seguintes exemplos taxativos:

Aos 52m – Validação de clara da área;
Aos 53 com comportamento dual indevido ao jogador do FC Porto – Vermelho de jogador do Sporting em jogada anterior;
Aos 57m – Exclusão de 2 minutos de jogador do FC Porto quando a simulação fé do confronto;
Aos 59m – Exclusão de 2 minutos com marcação unânime, pasme-se, de livre de 7 metros num contato casual e provocado do Sporting.

Por tudo o exposto,

O FC Porto requerer (reiterando apelos) aos órgãos anteriores para que sejam tomadas medidas para que situações e comportamentos anteriores sejam o género alvo sejam exemplarmente punidos – garantiendo que não se também sejam reconhecidos (como os proprietários responsáveis ​​e de que foram federativos) !

A verdade é que a solidez da solidez do FC Porto, a sua maturidade e a experiência de um homem que não só vestida como um conjunto, como um conjunto de núcleos emb boa parte, como da seleção nacional, e que também por isso merece o nosso respeito e elogio, permitiriam que os comportamentos fossem respondidos em campo e não fossem atendidos na moeda, levando a um descontrole que entendemos que todos no Andebol temos de combater e evitar.

Honrando este espírito e com base nas enumeradas preocupações,

Requer-se a V/Exas que se faça como todas as diligências, em matéria de arbitragem, disciplina e organização de jogos, por forma a punimente os comportamentos expostos e de uma vez por todas com um estilo de andebol que não é o nosso nem o que leva o nome do FC Porto e de Portugal pela Europa e pelo Mundo fora!”

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