Caminho do Botafogo, ideias de John Textor e estilo preferido: Luís Castro abre o jogo em programa

Convidado especial do “Pois é, amigos!“, Faz “TV esportiva“, nesta segunda-feira (2/5), Luís Castro falou com propriedade sobre assuntos e mostrou alto nível nas respostas. O técnico do Botafogo explicado como fé a conversa inicial com John TextorSAF do Glorios, apenas o estilo preferido e comentarou outros temas de jogo proprietário no programa.

Leia abaixo os principais pontos:

O novo Botafogo

Claramente quem tem que definir o caminho é o Botafogo. Nós treinadores temos que nos associar ao caminho. O Botafogo vai crescer com Luís Castro, sem, com Renato ou com Cuca, qualquer um deles, vai ser o caminho que o clube decide. É um projeto claro para caminhar. Por isso falo na obrigatoriedade de ter organização forte no clube. Ao não ter organização, os jogadores não querem o peso, podem fazer o que querem, assim como treinadores. Tem que fazer parte do dia a dia. Por isso falo muito do conceito família, geralmente porque as famílias boas estão sintonizadas em função da sua identidade. A do Botafogo faz parte da sua história. Quem quer caminhar sem olhar sua história o passo não é bem dado.

Melhorias

– Há um conjunto de ações estão a ser tomadas no clube que vão ser muito importantes no futuro. Compartimento com os departamentos. O departamento técnico é servido da melhor forma pelos outros departamentos. Não estamos nas condições ideais, estamos a construir a casa, não temos o melhor centro de treinamentos. Sejamos uma equipa diferente na janela talvez. Há um conjunto de coisas crescendo enquanto vamos caminhando. Mas vamos pensar que vamos fazer 8 para 80 em três meses, mas não vamos vender o mundo ou do universo. Sou muito consciente do dia a dia. Não somos a equipe estável, somos a equipe em construção, ou que está sempre a perigo de algo que aconteça. O que me transmite confiança é a latitude dos jogadores e da torcida, estão a dar tudo para dar certo. Quando isso acontece, normalmente as coisas saem bem. Tenho confiança que sairão bem.

Ideias de John Textor

– Ele quer claramente ter uma equipe vitoriosa, de sucesso, que seja, o modelo de negócios no futebol é muito claro, fazer jogador na sua academia, tirar o máximo e lucrativo. Outra formada é contratar bem, fazer render e depois negociar. Parecido com uma fábrica. Está associado ao dinâmico do futebol. O mais difícil é fazer isso com excelência para os clubes, é o que faz os melhores do mundo. Isso faz parte claramente do John Textor, do futuro a médio e longo prazo.

Futebol no Brasil

– Sinto um jogo bem competitivo, com bons jogadores e treinadores. Acho equipes tão competentes, que temos certeza dos resultados. É difícil identificar candidatos, porque são jogos muito apertados. É nesse cenário que John Textor vai ter que crescer o clube, em contexto de muito aperto. Vai ter que trazer boas plantas e estrutura.

Estilo que gosta

A cara que quero dar é a forma que penso de jogo ofensiva, defensiva e transições. Gosto de jogo apoiado, para ganhar espaços, atrás da linha adversária, junto à linha adversária, com jogo triangulado, com muitos homens chegando, ter reação à frente da bola, não inteligente, ter bloco médio alto para. O ato de defender é mas difícil de atacar. Quando estamos à mercê do outro, temos que ter mais imaginação. Quando temos a bola, em owe toques podemos chegar ao gol, sem a bola precisamos ter harmonia para defender. Claramente minhas batidas do coração são mais fortes quando não a bola do que tenho, os tenho tenho vontade de entrar na nossa equipe. No momento ofensivo basta um ou deve jogadores para fazer o gol, na defesa precisamos dos 11. Quero um jogo estético, para ser agradável ao público e podermos vender o futebol. E que todos particípio.

técnicos portugueses

– Minha opinião é que não faço metodologicamente, não professores portugueses, brasileiros, holandeses, todos têm qualidade, olham de forma competente, têm sua metodologia, ou errado, desde que consistente. É cedo para sabermos se no caos resultados. Un organizado permite mais a grandes talentos se expressarem do que no meio de caos. Liberta espaço para jogar, os espaços porque se não quisermos e não jogarmos nós. Há um ponto de virada com José Mourinho e como conseguiu ser campeão com o Porto, depois com o Inter e ir bem na Espanha. As coisas acontecem pelo método, por como organização a equipe, parte defensiva, ofensiva, com muito rigor. Temos que nos guiar pelas referências mais positivas, é o que acontece. Nasce um conjunto de treinadores que, com ideias diferentes, tem organização e forma demanda de estar em treinos e jogos. O jogo tem que ser espelho da organização da semana. (Mourinho) Foi uma fonte de inspiração, como outros, que são exemplos de treinadores e seres humanos. Técnico é espelho do elenco e um líder.

Pênaltis no Brasil por braço aberto

– Tem que se ter conhecimento muito profundo de biodinâmica, como o corpo saltar sem abrir um pouco o braço. O futebol tem que adotar como regras e seguir. Quando são iguais para todos, estou de acordo. Um dos grandes problemas é que há gente que se acha doutor porque vive do lado do hospital. E outros que acham que intentem de futebol porque estão ao lado do futebol. Que é agregador, mas tem que ser na verdadeira medida e peso que cada um tem. Muitas vezes são decisões não corretas. Deveriam ser mais ouvidos os agentes que estão há mais tempo no futebol. Uma das coisas que confundem é como vender futebol com gramados sem qualidade e sem organização. Se é vendido para milhões, tem que feito da melhor forma.

Importância do Volante

– É uma luz. É a placa giratória, liga o corredor central a todos os outros. É o pirilampo da equipe. Olho o volante no momento ofensivo e defensivo. O jogo é global. Se tiver um só para defensor, terei um a menos na parte ofensiva, o que é fatal. Se tem jogador só com uma função, é porque foi mal formado pelas academias.

‘Prazo de validade’ no Brasil

– Tenho percebido que a lei do futebol é a lei do resultado. Uma coisa deixa espantado, o treinador me trabalha e descobre como causas para não dar certo, às vezes de dentro dos clubes, normalmente sai. Aí vem outro, o processo volta e quando descobre sai. Quando resolver. Muitas vezes o problema não está no treinador. Eu felizmente, se for, vai ser a primeira vez despedido. Nunca fugiu na minha carreira. A dinâmica do futebol brasileiro é de pouca paciência com o treinador. Temos que entrar na dinâmica, se tiver que acontecer… Não é preciso ninguém me pressão por resultados, eu mesmo me pressão, sobre treinos, jogos e resultados.

Prioridades no Botafogo

– Fundamental uma academia (base), o espaço físico associado mais treinadores com talento, um diretor-técnico, o treinador da equipe ter os olhos na formação através do diretor-técnico, uma comunicação limpa. Claramente minha prioridade tem no time, mas há varias coisas sendo feitas na área de formação.

Jogadores brasileiros

– São jogadores de alta qualidade. A forma como recebe, passam, entram nos espaços, ficam muito surpresos. As pessoas não imaginam a qualidade e a intensidade do futebol brasileiro. É um jogo muito emotivo, com lado emocional presente. Quando se sobrepõe muito, torna o jogo emotivo e não tem bem feito. É a forma, são apaixonados pelo jogo. Ontem o jogo fé mas emocional. Devíamos ter tido mais tempo a bola no momento ofensivo, não escolhemos os melhores caminhos para a baliza, os jogadores sabem que nos precipitamos, eles têm qualidade para fazer. O jogo é racional também pelo lado emocional, temos que daridade, é o nosso desafio.

.

Leave a Reply

Your email address will not be published.