Base: como funcionam departamento médico e fisioterapia no Botafogo

O futebol, nos últimos anos, tem se tornado cada vez mais físico e, portando, as exigências do corpo de um atleta estão cada vez maiores. Dando prosseguimento à série de reportagens sobre os departamentos das categorias de base Faz Botafogoou coordenador médico José Guilherme Neves eo coordenador de fisioterapia Leonardo Reis contaram com mas especificidades sobre seus respectivos trabalhos no clube.

Formado pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), além de ortopedista e traumatologista pelo Hospital Municipal Miguel Couto, o Dr. José Guilherme conta que lidar com atletas em treinamento para recuperação de uma lesão não é das tarefas mais fáceis. Ele diz que sempre busca orientar, explicar e mostrar a necessidade do tratamento e recuperação. Isso porque, segundo ele, a ansiedade e a voyage misturada, às vezes, com o medo de estar na posição no tempo faz com que a maioria das atletas se acelere o processo, não se preocupe com as limitações do próprio corpo.

“A maior diferença de um atleta profissional para um treinamento, fisicamente falando, é o conhecimento do próprio corpo. Precisamente do amadurecimento do atleta em conhecer seus limites e ouvir os relatórios de sua disciplina. Comenta que está o médico de 40 anos, comenta que está o médico de 40 anos, que está o médico de 40 anos, que está o médico de 40 anos no Glorioso desde fevereiro de 2016.

Dr. José Guilherme ainda dissertou os cuidados que têm para identificar soluções sobre crônicas em um jovem jogador. De acordo com ele, além dos exames auxiliares de imagem, exames físicos e da própria identificação do atleta ao Departamento Médico, é possível suspeitar com a mudança de gesta apresentando queixas de jogo, aumento do rendimento em atividades específicas e medo ou reclamação em atividades que antes faziam sem ser mantidas.

Porém, esse trabalho de recuperação física dos atletas não é feito sozinho pela área médica. Segundo Leonardo, os cuidados com o corpo neste início têm de ser ainda reforçados para atletas em formação. “Tem um período de inatividade grande, então nós temos que ter cuidado em fazer uma boa avaliação das atletas. Para que ele consiga uma forma ideal de duração durante toda a temporada, é importante trabalhar com um monitoramento preventivo e esse atleta com várias estimativas específicas de fisioterapia, na busca de que ele seja possível. Pré-competição tentando identificar alterações articulares e período é uma capacidade ser profissional da situação e não de assim, fazer intervenções profissionais o correto”, 45

Formado pela Universidade Gama Filho e pós-graduado em anatomia e biomecânica, Leonardo explicou sobre o trabalho feito na recuperação de atletas em formação. Ele diz que são feitos exercícios de força gestual, de movimento para aumentar controle motor e estabilidade. Além disso, o fisioterapeuta afirma que, em um primeiro momento, o atleta lesionado pode permanecer em uma sessão de massoterapia, já que hoje no Botafogo existe vários recursos – eletro, termo, fototerapia, mecanografia – em que é utilizado tudo o que há de melhor para reabilitação do jogador.

“O mais importante é a atuação preventiva da fisioterapia, seja de forma direta ou indireta, com os atletas lesionados ou em plena saúde performando, e em conjunto com a preparação física. Como se trata de atletas em formação, temos todo o cuidado para que ele possa realizar todas as suas atividades de formação coerente de acordo com sua categoria. Bem diferente do trabalho realizado com o atleta profissional, este já pronto com as suas capacidades motoras já chegou, chegou fisicamente em plena forma. Nosso departamento está sempre fazendo o polimento desse atleta, mas não pretende trabalhar na prevenção que é uma forma importante para evitar como deficiência do esporte, que a cada dia que passe está mais veloz”, Leonardo.

Tão logo, Leonardo, que está em nosso clube desde agosto de 2019, se demitirá da base alvinegra, pois assumirá o departamento de fisioterapia na equipe Sub-23 do Fogão. Quem assume o seu cargo é André Amorim, um profissional que já passou pelo Botafogo, começou para trabalhar fora do país e agora retorna ao Glorioso.

.

Leave a Reply

Your email address will not be published.