Athletico e Coritiba não assinam documento para criação da nova liga: “Não iremos a nova ligação” | futebol americano

Sobre criação da Libra, a Liga Brasileira, movimentou a agenda dos clubes brasileiros nesta terça-feira. Representantes de clubes das Séries A e B vão se reunir para discutir a situação do hotel em São Paulo e decidir. Atlético e Coritiba decidir não assinar o documento e aguardar novas discussões sobre o assunto.

Os presidentes Mário Celso Petragliado Furação (compareceu acima), e Juarez Moraes e Silva, do Alviverde, manifestaram sobre o tema. Ambos afirmaram que o documento chegou há poucos dias e não houve tempo para estudar o estatuto. (leia os depoimentos completos ao final da matéria).

Não estudei os estatutos. Que fique claro que o estatuto seja palatável para o meu clube e para os demais, porque quero o bem do futebol brasileiro. Não iremos a mais dos seis.

— Mario Celso Petraglia, entrevistado pela Redação Sportv

Directentes avisaram que foram surpreendidos idealizadores clubes do Flamengo pelos Palmeiras, São Paulo, Santos e Bragantino já project, que foram encontrados nesta assinatura pit realizada nesta terça-feira.

– Viemos para discutir o estatuto, a distribuição econômica, mas não deu tempo de fazer a análise jurídica. Ao todo, 14 clubes da Série A e 18 da B não foram projetados, porque não tiveram tempo de análise e de competência com governança. Pedimos que tem assinatura pit na semana que vem na CBF. Eles vão que a assinatura fossa feita hoje – disse Juarez Moraes e Silva ao idade.

Juarez Moraes e Silva — Foto: Divulgação/Coritiba

Após a reunião, os representantes dos 14 clubes da Série A pontos que não assinaram o documento se reuniram em um restaurante em São Paulo para debater alguns.

O “grupo dos seis grupos como o bloco dos cinco paulistas e Flamengo sendo chamados pelos ouros, propos uma divisão de receitas da liga em formato 40-30-30: 40% igualitário, dividido entre os 20 clubes da Série A, 30% para performance e 30% para visibilidade, alcance, publicidade, engajamento e outros fatores referentes ao número de transmissões e presença da torcida.

– Não dá para se identificar não existe distribuição, nas regras. Temos que definir antes de definir. São apenas instalações. Não se vai dar tempo. É um tema sensível – garante o presidente coxa-branca.

O grupo pelos 14 clubes quer estes fatores, estudar o estatuto do eleito e definir uma definição sobre a divisão das antes de assinar o documento.

Os directentes voltam a se reunir no próximo dia 12, na sede da CBF, no Rio de Janeiro, para discutir novos pontos sobre a liga.

Confira o que os presidentes do Athletico e Coritiba falaram sobre o assunto

Mario Celso Petraglia, presidente do Athletico

Temos vários pontos que não foram discutidos. O principal distribuição é. Quanto vale nossa liga? Se basear naquilo que o futebol brasileiro foi aviltado nas últimas déadas, valemos um terço da liga francesa, que empobrecemos e quebramos todo o futebol brasileiro pela falta de união, visão, pela falta da visão do coletivo. Cada um por si e o diabo pro restaurante. É isso que a gente vive e eu vivo há décadas. aos portos de assinamos os estados da liga e fé rasgados por um directente. Recebeu um telefone e rasgou na porta do cartório. Depois fomos a Primeira Liga, que fomos boicotados. Ou seja, eu estou nessa história desde o Clube dos 13. Quando nós criamos o Clube dos 12 e fomos traídos. Avançaram para 16. É isso que eles estão pensando, que o dinheiro vai comprar aqueles que eles precisam para que se votem.

Para eles está criado. Agora se existe liga de seis clubes… não sei.

A política é como nuvem, você olha e de repente mudou. Não sabemos [se vamos assinar semana que vem]. Sei que hoje na criação dos 14 [clubes que não assinaram o estatuto], a liga não Faith criada. Ninguem designado. Nós encarecidamente, num apelo emocional de vários clubes, pedimos que não assinasse nada hoje. Que deixássemos para assinar e discutir os pontos na CBF, na próxima semana. Falaram que os clubes da segunda divisão são, mas eles não foram nem convidados. Não sei o que fez aí e assinaram o quê. Por que os estatutos A que foi estabelecido era só para a Série

Veja, eu não estudei os estatutos. Eu não sei o que está ali dentro. Que fique claro que o estatuto seja palatável para o meu clube e para os demais, porque quero o bem do futebol brasileiro. Não quero continuar sendo uma ilha, como somos há décadas. O Athletico Paranaense vai ouvir o seu Conselho e, se tiver de acordo com nossos princípios, assinaremos. Desde que a fundação fique clara que será 20. Não iremos a reboque dos seis. “Nós criamos e quem quisermos aderir que venha. Unam-se a nos. Se for brasileiro, me siga”. Ouvir? Essa vaidade dos clubes de maior torcida… a liga para eles têm uma vantagem infinitamente maior, porque o conteúdo vai crescer infinitamente, o futebol vai chegar a um patamar que merece, e quem vai faturar mais com as receitas indiretas? Bones Clubes de Maiores Torcidas. O que nós queremos dividir é melhor, mais justo. En não o Flamengo ter setenta vezes o valor do Athletico Paranaense em pay-per-view. Setenta vezes na mesma competição. Que joguem sozinhos. Jogue Flamengo x Corinthians. Agora, eles precisam dos outros 18. E querem fazer um produto como o Campeonato Brasileiro. E querem ficar sempre com tudo.

Eles têm uma pauta. Agora querem que se assinem o estatuto, a goela abaixo, os que eu nem examinei. Pode ser que isso seja bom. Eu não tenho ainda avaliação de valor sobre os estatutos. E que se assine e depois se discutido dentro da liga esses pontos divergentes.

Juarez Moraes e Silva, presidente da Coritiba

Processo complexo de formação da liga, mas é o desejo de todos da Série A e Série B. O desafio é a determinação da liga por vários fatores econômicos. Ha um medo coletivo. Grande desafio. Por mais que hoje tenha sido uma reunião divergente desde a pauta. Na quinta e mais um convite dos cinco paulistas para discutir. Recebemos a minuta do estatuto na sexta-feira. Viemos para discutir o estatuto, a distribuição, mas não deu tempo de fazer uma análise econômica. Ao todo, 14 clubes da Série A e 18 da B não foram projetados, porque não tiveram tempo de análise e de competência com governança. Pedimos que tem assinatura pit na semana que vem na CBF. Eles vão que a assinatura fossa feita hoje. Está marcado para quinta que vem na CBF. Vamos assinar desde que tenha tempo de analisar, verifique as regras de distribuição. Faith assinada a formalização da liga apenas por seis clubes da Serie A e owe da B.

Não dá para se identificar não existe na distribuição, nas regras. Temos que definir antes de definir. São apenas instalações. Não se vai dar tempo. É um tema sensível. A tentativa é que a quinta-feira esteja alinhada com o estatuto. Existem pensamentos de visões distintas. Muito dinheiro e a diferença é sensível. Estamos propondo que se baseia na agenda nesse momento. Que asseguramos o estatuto e autorizamos como distribuição de receita para um segundo tempo. Eles indicam a divisão em 40-30-30. 40% igualitário. Pega o valor total e divide por 20. 30% de performance esportiva. O primeiro ganha mais e assim sucessivamente ate o vigésimo. Visibilidade e capacidade de exibição definem outros 30%. Mas nada fé discutido. Agora vamos negociar entre os 40 clubes o estatuto. Analisando e chegando a um consenso. Quanto a distribuição, preferimos discutir depois. Nao tempo de ler o estatuto. ler. Recebemos na sexta e não conseguimos tempo. Tem que passar pelo legal. Depois o grupo se reuniu a parte, para ver os próximos passos. Mas temos que pensar que diversos investidores nos aproximam, mas é um processo.

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