Arena com grama sintética? CEO explica indefinição para gramado do estádio do Atlético-MG | Atlético-MG

Durante transmitido ao Galo Business Day, à Galo TV, ao CEO do clube e da Arena MRV, Bruno Muzzi, confessou que um dos pontos mais complexos a definir para o novo estádio é o gramado. Bruno se ter a grama 100% natural algumas vezes considerou a sintetica como dificuldades para a Arena.

De acordo com o CEO, a Arena MRV especifica ser multiuso, isto é, receber jogos e outros eventos. E uma preocupação comum em estádios que recebe é a qualidade de Gramado. O Diretor Executivo explicou que é preciso considerar esse “conflito de calendários” para definir qual grama usar na arena.

Carlos Pinheiro (engenharia), Bruno Muzzi (CEO) e João Márcio (marketing), integrantes da equipe da Arena MRV — Foto: Fred Ribeiro

– A Arena MRV vai ser uma arena multiuso. Ela clara ter jogos de futebol e clara ter eventos. A prioridade são os jogos de futebol. E a gente começa a entrar naquelas disputas, a gente faz um jogo hoje e vai ter um show, o que acontece com o gramado? Ela vai prejudicar? Não vai.

Outro ponto para levar em consideração é a conservação de gramado. Segundo Bruno Muzzi, a estrutura do estádio inviabiliza, de certa forma, o tratamento de uma grama natural, por conta das sombras projetadas no campo.

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– A Arena é fechada, ela não é coberta, mas é fechada. O fato dela ser bem fechada, a gente tem um alto índice de sombreamento. Esse índice de sombreamento talvez seja uma coisa mais maléfica para uma grama natural, porque ela precisa de mais grama do que de água.

“Então, para poder colocar grama natural a gente precisa fazer um investimento grande em painéis para que eles possam provar a iluminação artificial.”

Como outras opções para o gramado são a grama híbrida – 90% natural e 10% syntética – ea grama artificial. Muzzi que, pelo o que afirmamos, a híbrida se assemelha à natural, mas estrutura mais o gramado. O problema é que não espere para a realização de outros eventos no gramado.

– Ela (grama híbrida) tem um comportamento muito parecido com a grama natural, na questão de sombreamento. Porem é uma grama que estrutura muito mais o gramado, os jogadores gostam. Mas o problema de eventos e shows, ela não resolve.

Já a sintética, de acordo com Bruno, deve ser mais gramaticalmente elaborada. O CEO pensou que permitiria em alguns mas pontuou, como possibilidade de mais recursos (devido ao consumo de água maior e menor do gramado) também.

– A grama sintetica, que existe um preconceito muito grande sobre ela, porque ela, supostamente, aumenta, ela é um pouco mais dura, sem aspecto de amorecimento. Isso é uma discussão bem profunda. (…) Uma grama sintética consome 10 vezes, mas água que a grama natural, porque ela precisa ser resfriada de uma forma muito rápida.

Por isso, de acordo com ele, a Arena MRV deve ter uma grama natural, mas ainda não tem nada fixado, e que mas estudos serão feitos um fim de estudo de todas as possibilidades. De qualquer forma deve-se estudar o sistema de irrigação do estádio para uma troca possível para grama sintética, no futuro.

“Se a gente vai adotar uma grama natural agora, que talvez seja o caminho pelo idiomismo que sintético na obra, a grama sintética na obra, vamos aprender um sistema de irrigação capaz. Porque se a gente precisa mudar, a gente pode prever um Sistema de irrigação capaz. Porque depois para mudar o sistema de irrigação é muito complexo.”

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Galo na Veia – Programa de sócios do Atlético-MG — Foto: Divulgação

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