Após saída do atacante, Cruzeiro dispara contra ‘falta de ética obscena’ do empresário e faz forte acusação sobre conduta de Mattos

O Cruzeiro publicou nota oficial nesta terça-feira (12) para comentar a questão da saída de Vítor Roque para o Athletico-PR


Após a polêmica saída do jovem atacante Victor Roque por Atlético-PRna última segunda-feira (11), o cruzeiro publicou uma nota oficial nesta terça-feira (12) para reclamar da atitude de vários envolvidos na negociação.

No comunicado, Raposa disse que teve “várias conversas e negociações” com os agentes. André Cury e François Rocha, responsável pelo Roque, e estava prestes a renovar o contrato com o Vítor, com reajuste salarial. No entanto, ‘no caminho para a finalização do negócio, as respostas obtidas começaram a se tornar escassas e ilusórias’, segundo a equipe mineira.

Em seguida, o Cruzeiro diz que “verificando a obscena e já conhecida falta de ética de André Cury”, o time de Belo Horizonte formalizou sua proposta de renovação do Roque, com protocolo à Federação Mineira de Futebol.

No entanto, na noite do último domingo (10), “o atleta se recusou a renovar o Contrato Especial de Trabalho Esportivo com o clube, informando expressamente sua intenção de rescindir unilateralmente”, segundo a nota.

No comunicado, Raposa também faz uma acusação muito forte contra Alexandre Mattosex-diretor de futebol do clube e atualmente no Athletico-PR, novo clube de Vítor Roque.

“Não nos surpreende que esse processo tenha sido articulado por André Cury e Alexandre Mattos, ex-diretor de futebol do Cruzeiro – que atualmente ocupa cargo semelhante no Athletico Paranaense. Em benefício de seu novo empregador”, afirmou.

“Atitudes repugnantes como a deste grupo vão absolutamente contra o profissionalismo que os adeptos e amantes do futebol esperam, ainda mais numa altura em que a indústria do futebol está cada vez mais forte com a ideia de criar uma Liga. precisamos de diálogo e compreensão e não de relações tensas”, continuou.

“Lamentamos que o atleta, extremamente desavisado, tenha ido para o Paraná optando por descumprir seu contrato de trabalho ainda vigente e deixou seu cargo sem autorização. Aproveitamos para tornar público nosso repúdio às práticas amadoras adotadas por André Cury”, ele adicionou.

Leia a nota oficial do cruzeiro

O Cruzeiro Esporte Clube, sob sua nova direção, tem como princípio a transparência em todos os assuntos relativos aos seus torcedores, à imprensa e ao mundo do futebol. Por isso vimos o público esclarecer os fatos envolvendo o atleta Vitor Roque.

Ao longo do mês de março, a direção do futebol estabeleceu diversas conversas e negociações com os agentes André Cury e Francisco Rocha, caminhando para a formalização do novo vínculo com o reajuste salarial planejado por eles para a renovação do contrato de trabalho do atacante. . No entanto, no caminho para a finalização do negócio, as respostas recebidas começaram a se tornar escassas e indescritíveis.

O Cruzeiro, constatando a obscena e já conhecida falta de ética de André Cury, mas decidido a contar com o atleta, e no exercício do direito de renovar o primeiro contrato de trabalho previsto na lei Pelé, mostrou diligência e formalizou sua proposta com documento protocolo à Federação Mineira de Futebol.

No entanto, na noite de domingo (10/04), o atleta se recusou a renovar o Contrato Especial de Trabalho Esportivo com o clube, informando expressamente sua intenção de rescindi-lo unilateralmente, supostamente mediante o pagamento da cláusula contratual de indenização prevista no art. . 28, § 1º, I da Lei Pelé. Nesta terça-feira (4/12), por liminar da Justiça do Trabalho, a demissão foi registrada no sistema da CBF.

Ao confirmar este pagamento – ainda não disponibilizado ao clube – será corrigido um erro técnico por parte do atleta, da sua comissão técnica e do clube contratante. O Clube Athletico Paranaense terá ajuizado em juízo valor inferior ao previsto no § 11 do art. 29 da Lei Pelé, que se baseia nos salários oferecidos pelo Cruzeiro Esporte Clube ao atleta.

Não nos surpreende que esse processo tenha sido articulado por André Cury e Alexandre Mattos, ex-diretor de futebol do Cruzeiro – que atualmente ocupa cargo semelhante no Athletico Paranaense. É claro que ele está usando as informações contratuais que tirou do Cruzeiro em benefício de seu novo empregador.

Atitudes repugnantes como a desse grupo vão absolutamente contra o profissionalismo que os torcedores e torcedores esperam, ainda mais em um momento em que a indústria do futebol está cada vez mais forte com a ideia de criar uma Liga Brasileira. Este é o momento em que os clubes precisam de diálogo e compreensão e não de relações tensas.

Lamentamos que o atleta, extremamente desavisado, tenha ido para o Paraná, optando por descumprir seu contrato de trabalho, que ainda vigora, e abandonou o emprego sem autorização. Aproveitamos para tornar público nosso repúdio às práticas amadoras adotadas por André Cury.

De qualquer forma, o Cruzeiro Esporte Clube, com tranquilidade e conhecimento de seus direitos, não hesitará em adotar todas as medidas necessárias para preservá-los.

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