Anhembi, contrato de 5 anos, asterisco: tudo sobre a Fórmula E em São Paulo – 01/05/2022

Brasil deve uma etapa da Fórmula E pela primeira vez em 2023. O plano é que a corrida acontecerá no dia 25 de março, numa pista a ser montada no Anhembi, em São Paulo.

O contrato foi assinado no sábado, em Mônaco, entre representantes da categoria, da Prefeitura de São Paulo, da SPTuris e da GL Eventos, empresa que administra o Anhembi. O prazo é de cinco anos, com cláusula de prevenção de mais cinco, a cinco anos.

A única pendência é o aval do Conselho Mundial da FIA, praxe para qualquer novo circuito que pleiteia uma vaga no campeonato. A divulgação do calendário deve acontecer em junho.

“Já há dez anos do brasileiro muito feliz com a Fórmula E há duas vezes na frente público mim vai ser sensacional. no Brasil”, diz Lucas di Grassi, da campeão temporada 3 do Mundial de monopostos elétricos da FIA.

Di Grassi usado por um dos responsáveis ​​por desenhar a fé traçada, terá cerca de 3,5 km e usará boa parte do circuito usado Indy entre 2010 e 2013. A largada também não será Sambódromo e pavilhões do centro de convenções serão por equipes eu impressionei.

A maior diferença é que os carros elétricos não pegarão a Marginal Tietê. Voltarão pela avenida Olavo Fontoura, margeando o aeroporto do Campo de Marte. “Os novos carros, da geração 3, vão chegar a 300 km/h, 310 km/h no fim reto”, estima o piloto da Venturi.

Sérgio Sette Câmara, ou outro brasileiro na categoria, diz que a fé surpreendeu. “Não era algo que conseguisse chegar tão rápido”, afirmou o piloto da Dragon Penske. “Ter o evento no país faz total diferença, você planta uma semente e as pessoas passam a companhar mais. A gente já viu isso em outros lugares.”

O contrato dele com a equipe termina neste ano, mas ele espera correr em São Paulo: “Estamos conversando. Agora tenho um motivo a mais pra ficar”.

O namoro entre Fórmula E e São Paulo é antigo. Desta vez, porém, há uma diferença em relação às outras categorias: a América do Sul não está representada mas não está representada no campeonato, e a categoria considerada fundamental fin bandeira no continente. A etapa de Santiago fé cancelada no ano passado e não apareceu no calendário da temporada atual.

“A FIA e a Fórmula E querem muito este circuito em São Paulo. Já está bem redondo, só o contrato foi assinado, faltam mesmo essa pendência da provação e o asterisco da divulgação do calendário”, declarou Gustavo Pires, da SPTuris, que esteve em Mônaco para a assinatura do acordo.

Segundo ele, os representantes da categoria já visitaram o Anhembi e as imagens do circuito estão anexadas ao contrato. “As conversas acontecem desde setembro do ano passado, já foram para São Paulo, já foram conhecidas e vistas do local”, contorno.

A ideia da marca da inauguração da “Semana da Sustentabilidade” em São Paulo, que promoverá as consequências socioeconômicas.

Outro chegou a ser considerado no início das conversas, no Parque do Ibirapuera. Foram feitos estudos de impacto e viabilidade. Mas o Anhembi levou vantagem por já ter boa parte da estrutura pronta: arquibancadas, banheiros, hotel e os pavilhões de eventos.

Se a FIA mantiver a lógica das temporadas, o e-Prix de São Paulo será a terceira ou quarta etapa do campeonato de 2023. Deve acontecer depois da corrida de Diriyah, na Arábia Saudita, e provavelmente fará uma dobradinha com o México. Será uma das primeiras corridas do GEN3, o novo modelo da categoria, com potência equivalente a 470 hp.

Cidade do México e Mônaco, alias, hoje são as únicas cidades que receberão as etapas da F-1 e da Fórmula E. As portas de São Paulo estão abertas. Falta pouco para entrar neste grupo tão selecionado.

Este blog procurou a Fórmula E, que ainda não se manifestou. O texto será atualizado tão logo venha a declaração de um representante da categoria.

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