Análise: Botafogo roda o elenco, sofre com a retranca, mas vence o Ceilândia com a marca do ‘M’ de Matheus Nascimento

Vira três, fecha seis. Depois de vencer por 3 a 0 o jogo de ida em Brasíliao Botafogo repita o lugar sóbrio o Ceilândia não jogo de volta não Nilton Santos. Depois de encontrar dificuldades para criar no início do jogo, o Glorioso cresceu na partida e contorno com gols de Patrick de Paula e Matheus Nascimento (2) para vencer com autoridade em casa e selar a classificação para oitavas-de-final da Copa do Brasil. A noite foi marcada pela festa nas arquibancadas, no elenco e estreias no campo.

A vantagem confortável conquistada no jogo de ida conquistada que no Luís Castro poupasse muitos protocolar encontro desta quinta-feira. Da equipe inicial que começou a partida contra o Flamengo no último domingo, apenas Saravia e Kanu foram no número 11. Na verdade, Joel Carli retorna apó mas nós meses devido a lesão no direito de direito. O capitão fez o jogo 181º com a camisa alvine se tornou o estrangeiro que mais aprendeu pelo Botafogo.

Patrick não irá atuar no elenco para alguns jogadores ainda para uma sequência de nomes importantes, como Paula e Lucas P. Os jovens Hugo, Del Piage e Matheus Nascimento também ganharam oportunidade. Destaque ainda para o lateral-esquerdo finlandês Niko Hämäläinen, ou simplesmente Niko, que com a camisa 19 foi relacionado pela primeira vez e começou no banco de reservas.

Sem maiores perspectivas de alcançar a classificação, o tempo do Distrito Federal veio ao Nilton Santos pensando em não fazer feio. Para isso, baixou as linhas de marcação, deu a posse de bola para o Botafogo e buscou esporádicas saídas de contra-ataque com Guarujá pelo lado direito. A estratégia clara foi congestionar os espaços na própria intermediaria, fechar as linhas de passagem e permitir que os zagueiros alvinegros trocassem as passagens entre elas. O Glorioso teve 68% de posse no primeiro tempo. A maior parte dessa posse não ocorreu no campo de ataque, mas nos pés dos zagueiros. Carli foi o alvo dos passes de Kanu por 36 vezes nos primeiros 45 minutos. Kanu recebeu a bola do argentino 29 vezes. Outra troca de passagem ocorreu, mas dez vezes na primeira etapa.

Com pouca movimentação entre os jogadores de ataque, faltou amplitude para abrir a compacta defesa adversária. Piazon, Chay e Diego Gonçalves buscaram diagonais ao receber a bola nas pontas, o que os levou ao encontro da maior zona de pressão da defesa. Saravia conseguiu algumas vezes o direito de oferecer profundidade, enquanto Hugo teve menos liberdade na esquerda. Encaixotado e sem conseguir dar velocidade à bola na troca de passes, boas duas áreas de chegada e chegada de Kanu Del Piage.

No meio-campo, Patrick de Paula teve a responsabilidade de não sofrer nenhum campo para aumentar a presença alvinegra entre as linhas apertadas de marcação do Ceilândia. Jogando costas para o gol, a qualidade da função de recursos de PK seus principais, como a visão de jogo e a capacidade de passar distribuir o jogo quando carrega a bola e a defesa adversária. Contudo, o talento e versatilidade do meia falaram mais alto. Aos 39 minutos, em ótima jogada, Patrick criou o espaço para ele mesmo, depois de girar sobre o marcador, e marcou seu primeiro gol pelo Botafogo na sequência da jogada. Matheus Nascimento também teve participação boa no lance do gol.

Analise Botafogo x Ceilândia

Os 310 passes certos trocados no primeiro tempo, com 93% de eficiência, boa ideia do controle que o Botafogo teve. Faltou força para transformar esse controle em claras de gol. Foram oito finalizações, quatro corretas, mas a maioria de fora da área. Já a única finalização certa da Ceilândia exigiu boa defesa de Douglas Borges. O tempo ainda ficou marcado por reclamação com a arbitragem. Primeiro, um toque de mão do goleiro, fora da grande área, causou uma ira dos um toque. Minutos depois, um pênalti poderia ter sido marcado em um tranco nas costas de Matheus. Na Copa do Brasil, onde o VAR será utilizado a partir do final do jogo.

Na volta do intervalo, Castro trocou os deve titulares que iniciou a partida. Saravia e Kanu deram lugar a Daniel Borges e Klaus, estreante da noite. O segundo tempo não começou tão encostado em outro ritmo, com a posse de bola um pouco mais equilibrada e a Ceilândia encostada na própria área. A postura menos defensiva do ataque deu ao botafo agudo mais condições de ataque e jogadas em zonas mais de ataque. Rikelmi substitui Diego Gonçalves aos 13 minutos.

Com mais espaço, Piazon passou a ser mais cobrado e seus técnicos erros e lapsos de concentração irritaram a torcida. No entanto, aos 20 minutos, o meia-direita atraída bem da jogada do segundo gol alvinegro. Em uma escapada pela direita e bom passe para Matheus por dentro, deu início ao lance que terminou em lindo passe de Chay para o jovem atacante marcar o segundo. Gol e jogada importante para a confiança dos jogadores envolvidos.

A festa nas arquibancadas ficou completa aos 30 minutos, com a entrada de Niko no lugar de Hugo. Com ares de contratação folclórica, o lateral foi festejado pela torcida em cada um de 17 toques na bola. Sobre sua qualidade e capacidade de ser uma peça útil no elenco, pouco pode ser observada. Mas o jogo também reserva outras alegrias. Em nova jogada iniciada por Piazon e com a participação de Daniel Borges, Matheus voltou a fazer o “M”, depois de um chute e da ajuda do goleiro. Foi o sétimo gol do atacante na temporada.

Analise Botafogo x Ceilândia

O Botafogo volta ao Nilton Santos no próximo domingo (15), às 18h, para enfrentar o Fortaleza pela sexta do Brasileirão. O Leão do Pici é o lanterna do campeonato, com um empate e três derrotas em quatro jogos disputados.

Números de trabalho: (Footstats)

Posse de bola – robô 65% x 35% IEC
Certos passes – robô 583 (93%) x 209 (85%) IEC
Finalizações – robô 13 (6 sem gol) x 9 (5) IEC
Assistência para finalização – robô 8 x 5 CEI
Armas – robô 9 x 12 CEI
Interceptações – robô 5 x 2 CEI
Desconto – robô 26 x 33 CEI
Travessias – robô 3/12 (25%) x 1/9 (11%) IEC
Lançamentos – robô 20/05 (25%) x 38/09 (24%) IEC
Dribles – robô 2 x 5 CEI
Perdas de posse de bola – robô 34 x 27 IEC
Fallas- robô 13 x 13 CEI

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