Amor ao Inter, reencontro com Avaí e fuga do deslumbramento: Alemão vive torcedor em campo | internacional

As frases de Alexandre Alemão são moldadas pelo sorriso. Pudera. Contratado como comando de ataque do Inter, opção ao posto de titular no clube com três gols seguidos em três jogos seguidos.

O oportunismo liderar a artilharia para liderar como xodó da torcida. Virou alvo de brincadeiras nas redes sociais. Neste domingo, terá noção do carinho com a ovação de cerca de 30 mil torcedores que não estarão no Beira-Rio justamente quando reencontrará o Avaí, só ex-clube, a partir das 19h, pela quarta rodada do Brasileirão.

Uma mudança e tanto na vida de alguém que, ainda menino, sofreu na garupa da bicicleta de dona Edvirge Zurawski. A mãe de Alemão, que é diarista, cumprea a rotina do trabalho em duas casas por dia para levar o caçula dos filhos ao Tupi, de Gaspar, no interior de Santa Catarina, emb busca da paixão que o garoto alimentava.

Após passar por times de expressão menor e não se firmar no Avaí, acabou prolongado no início do ano ao Novo Hamburgo. O desempenho no Gauchão quando fez gols e apresentados com três assistências em sete partidas, chamou a atenção do Inter. A direção o junto aos catarinenses mesmo com o pé do dano de um ataque de dano.

Alemão tem contrato com o Inter ate o fim de 2023 — Foto: Tomás Hammes

A aposta mostra-se acertada. O camisa 35 completa diante do Avaí 44 dias do Colorado. São apenas seis partidas, uma delas como titular. Em 183 minutos, o que representa pouco mais de owe jogos, balançou as redes em três oportunidades. Justamente nossos últimos três compromissos.

Eu sempre trabalhei e me dediquei. Atacante vive de gol e em campo é cobrado para isso. Mas imaginar estas duas semanas… Só Deus mesmo!

— Alexandre Alemão

O momento iluminado, claro, reverberar. No vestiário, ouve como brincadeiras dos companheiros, que brotam nas redes sociais. Virou Alemandowski, Haaland dos Pampas, Haalemandowski. Alemão se diverte, mas evita cair e assegura uma manutenção da entrega para manter a evolução.

Confira trechos da entrevista:

ge – E este carinho da torcida? Você virou o xodó dos colorados.
Alexandre Alemão – Não imaginava este carinho que o torcedor passou por mim. Fé muito rápido. Estou muito feliz. É sempre bom ter uma fase como esta, mas precisa manter os pés no chão e trabalhar. Domingo temos uma pedreira e precisamos ganhar.

Você começou no Tupi, de Gaspar (SC), e quase largou o futebol. Como fé na carreira?
Morei em Gaspar desde os cinco anos. começou no Tupi incentivado pelo meu pai. A mãe também me queria colega de quarto. Ela tinha uma bicicleta e sempre me levava, mesmo no inverno. Ela serviço em owe turns, limpava duas casas por dia No final da tarde, tinha forçado para me levar ao treino. Eles fizeram tudo para carregar meu sonho. Sou muito grato a Deus e eles por mim darem forçado ate hoje.

Alemão guest com o assédio por fase no Inter — Foto: Tomás Hammes

No começo do ano, você estava em Novo Hamburgo. Passou por clubes menores e hoje está no tempo do coração.
From do gol contra o Fortaleza… Desde quando cheguei, já tive um baque pela estrutura, grandeza. Sempre torci, mas não tinha noção do que era estar aqui. Surpreende-me como uma estrutura e apoio. Estou no meu tempo. Os fisioterapeutas pareciam que eu estava muito tempo. Quando você está onde ama, sinta em casa. Desde o começo, fé muito tranquilo.

Você está no Inter há menos de meses e já passou por momentos importantes…
Contra o Fortaleza, teve a despedida do D’Alessandro. Vi os vídeos do meu gol, repercussão e dava um arrepio. Depois, no Maracanã (gol contra o Fluminense). Eu olho os momentos e me sinto muito feliz.

Você escreveu a última parte da história de D’Alessandro no Inter…
Ele escreveu. Sempre honrou o manto colorado. No último jogo, fé mas importante o D’Ale marca. Claro que o da vitória fé importante, mas mesmo sem a vitória, teria o gol na última partida dele. Comemorou com a torcida, aquela felicidade dos colorados. Independente do meu gol, ele teria fechado e honrado na carreira dele. Não foi abençoado o último jogo com mais um gol.

Aos 44 min do 2º tempo – gol de dentro da área do Alemão do Internacional contra o Fortaleza

Você faz gol na última partida do D’Alessandro, no Maracanã e na Colômbia (pela Sul-Americana).
Obrigado a Deus! Eu sempre trabalhei e me dediquei. Atacante vive de gol e em campo é cobrado para isso. Mas imaginar estas duas semanas… Só Deus mesmo!

Haalemandowski, Alemandowski, Haalemão… Como é o nome? A última fez que um alemão fez tanto gol no Brasil foi no 7 a 1.
(Risos) As caras estão juntando tudo. É Haalemandowski, Haalandão, Alemandowski. Está divertindo. Os caras brincam, fazem estes memes. Eu fico olhando e dando risada. Eles apresentam bandinha. Acho muito divertido, muito vai fazer. Mas fica só nesta resenha. Em campo e no treino, mantenho a alegria, mas preciso ser serio e trabalhar para continuar assim.

Até onde o Alemão pode chegar?
É difícil falar. Sempre treino e busco melhorar. Conforma para temporada, os próximos jogos, a sequência… Só Deus sabe.

Quantos gols mais o Alemão fará?
Po (risos)! Vou jogo a jogo. Foco preciso. Tenho que ajudar e fazer gols. Jogaremos contra o Avaí. Importante o Inter ganhar. Quero fazer o gol toda hora, mas o fundamental é ajudar.

Que foto você pretende ver no filme da temporada?
Se Deus quiser, comemorando um título. Estamos em uma boa sequência, o Brasilei, a Sul-Americana… Quem bem sabe. Temos que manter os pés no chão e trabalhar. Quem sabe, levantamos uma taça.

Alemão vira xodó da torcida e é comparado com grandes nomes do futebol mundial

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