A BOLA – História pode reescrever-se ao fim de 29 anos (Andebol)

Adriana Lage, capitã do Andebol encarnado, usada provavelmente divisores quando a equipe feminina do Benfica se sagrou campeã nacional I Divisão pela última vez, na época de 1992/1993. Aliás, além do pivô de 29 anos apenas a ucraniana Viktoriya Borshchenko, de 36, já era nascido.

Mas nenhuma das jogadores do plantel estava perto de vir ao mundo. Hoje, porém, é este grupo de mulheres com mídia de idades abaixo dos 24 anos que pode reescrever a história em Leiria – basta um empate diante da Juve Lis, em jogo a transmitir em A BOLA TV pelas 17.30 horas -, voltando a retornar ao emblema lisboeta o título de campeão nacional.

A BOLA na Luz a comunicou um dos derradeiros para treinar as raparigas que, mesmo durará mais de poderem viver do andebol, carreguem o sonho com o mesmo profissionalismo e empenho que se dedicam também aos estudos na maioria dos casos, mas ao mundo do trabalho fora dos casos pavilhão, como acontece com a capitã, que é fisioterapeuta.

Porém, a adrenalina do sucesso iminente supera qualquer cansaço e a confiança proporcionada por 21 vitórias e um empate pior – na 2.ª jornada com o ABC -, em 22, é o melhor anti-olheiras que uma mulher pode pedir.

“Estamos tranquilos e confiantes que vai ser este fim de semana que vamos conseguir a vitória e conquistar o nosso primeiro título enquanto. É claro que há sempre aquele nervosinho, aquela ansiedade, parece que o jogo nunca mais começa. Provavelmente quando estivermos indo parecer que nunca mais acaba, que nunca mais vem a taça, principalmente estou confiante”, exultou Adriana Lage, ciente do peso da história da qual pode ser muito protagonista a quatro jornais do fim do campeonato. “Vai ser uma homenagem às pessoas que nessa altura fizeram história pelo clube. Se hoje em dia é difícil ser atleta no mundo do andebol e no mundo do esporte, há 29 anos seria mais ainda para elas, portero se tornou a história nessa história, nós temos a vida nessa história, nós temos uma vida muito mais facilitada, com excelentes aqui. Temostoriedade de ganhar e homenagear como representantes de todas as terceiras alturas do Benfica”, a cumprir a temporada das águias.

Sendo uma das mais velhas, Lage divide-se entre o andebol ea fisioterapia, “profissão com desgaste físico”, como descreve, embora não se inicie à internacional qualquer lamento. “Com tempo, empenho e dedicação tudo se esforça.

Antes de entrar em campo no N.º2, o rosto de Maria Patrícia Rodrigues era o espelho da poder estar “a” 60 minutos do objetivo” por ser campeã. Uma determinação para a lateral de 24 anos que há uma batida um registro de precocidade sendo chamada à Seleção senior. “Estou confiante, porque sei que trabalhámos muito desde o início e continuamos a trabalhar. Ainda temos um jogo para ganhar e só depois podemos festejar. Acima de tudo, temos trabalhado muito bem, muito focados, de mostrar aquele exemplo de poder estar tão perto de tudo Patrícia, que tem sido sempre trabalhado bem como visto em tudo sucessivamente a dia a dia ao joelho esquerdo para debelar a entorse com rotura dos ligamentos cruzados em plena pandemia.

A estudante de Gestão de Empresas, no entanto, tem na Seleção masculina de andebol uma inspiração. “O facto de terem ido a Mundiais, Europeus e Jogos despertou os adeptos para a modalidade. garantimos que os que não gostam muito de assistir na televisão, aos pavilhões e nos sentimos essa diferença enorme também, temos mais adeptos, mesmo na Seleção como já nos conhecemos mais e isso bom”.

Sem qualquer grau de parentesco com o capitão dos homens, Paulo Moreno, apesar do nome comum, Débora Moreno, 24 anos, também não tem memórias, naturalmente, de quando o Benfica abriu portas ao andebol feminino em 1971/1972, com as Papoilas Rubras – assim conhecida faz hoje precisamente as pioneiras que fizeram a estreia -, pouco da crise financeira e estrutura que levou à extinção da modalidade em 1993/1994, ou do breve regresso em 1996/1997 com subida 1997 Divisão sem continuidade. Mas faz parte da seção que em 2018/2019 renasceu das cinzas na II divisão e, hoje, integra a potencial conquista do 8.º troféu. “Ainda me caiu a ficha de que está quase… Não há tanto investimento financeiro como no masculino, o que torna as coisas mais complicadas. Muitas opções de jogar para trabalhar. Sinto que o Benfica apostou bastante nas equipas femininas, tanto que são campeãs no basquetebol e no futebol. Treinamos e estudamos com nosso estudante e jogamos, no masculino consegue ser os profissionais de andebol, rematomos o encanto de gestão Hoteleira, o encanto do rosto.

Leia na íntegra na edição impressa ou digital por A BOLA.

.

Leave a Reply

Your email address will not be published.