5 fabricantes de grande sucesso como fornecedor de motor na Fórmula 1

Desde o início, na distante década de 50, a Fórmula 1 é caracterizada por inovações e por buscar trazer para os carros tudo o que há de mais moderno, a fim de tornar as máquinas mais potentes possíveis.

Por isso, o caminho ate a gloria na maior categoria do automobilismo mundial não é fácil. Afinal, é necessário uma harmonia perfeita em investimentos – que são altíssimos, e planejamento, para contar, com recursos específicos – capazes de interpretar bem o lidar e lidar bem com as mais modernas tecnologias.

Montadoras bem sucedidas como fornecedor de motor na Fórmula 1

Para se ter uma ideia de como o desafio é difícil, em 72 temporadas, 1 já teve 87 fornecedores de motores de diferentes marcas, mas 20 deles foram apenas capazes de vencer pelo menos um Grande Prêmio.

Por isso, o AutoPapo listou os fabricantes mas bem sucedidos da Fórmula 1 como fornecedores de motores. Coincidência – ou não – a maioria deles está presente no grid 2022 da categoria.

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1.Ferrari

A Ferrari F2002 fé um corpo de costas mas dominante da história da Fórmula 1, vencendo 15 das 17 corridas em 2002

A história da Ferrari está muito complicada a Fórmula 1 e a marca italiana é a única a presença marcada em todas as temporadas da história da categoria. Ela teve alguns momentos de baixa, é verdade, mas independente da fase boa ou ruim, sempre chama a atenção no grid, tanto dos grandes pilotos quanto dos fãs.

Não é para menos. Afinal, hoje ela é a maiora – tanto como equipe como fornecedora de motores – da F1. São 241 vitórias, sendo 240 pelo time principal e 1 modelos para a Toro Rosso, em 2008.

Juan Manuel Fangio, Niki Lauda, ​​​​Alain Prost, Michael Schumacher e Sebastian Vettel são alguns dos grandes nomes que se referem aos garagens de Maranello. Nem todos foram campeões em suas passagens, é verdade. Mas foram, de certa forma, muito importante na história da Ferrari.

Além das vitórias, ela soberana no que diz respeito a conquista no Campeonato de Pilotos e Construtores: São 15 e 16 triunfos, respectivamente.

2. Mercedes

A eficiência e a confiabilidade dos motores Mercedes foram fundamentais para a montadora dominar a fórmula 1 por 8 anos consecutivos
A eficiência e a confiabilidade dos motores Mercedes foram fundamentais para a montadora dominar a fórmula 1 por 8 anos consecutivos

Quando o assunto é motor vitorioso, a Mercedes não fica muito atrás da Ferrari. A marca alemã estreou 1954 na categoria seus carros gravíssimos em um acidente, quando eles foram projetados como um país de origem 24h LeMan ano ano novo.

Naquele período, a Mercedes domino a F1 e acumulou 9 vitórias, em uma época que as corridas não eram tão comuns como hoje. Mas a fabricante alemã conquistou ainda mas vitórias quando decidiu voltar a Fórmula 1 como fornecedor de motores, em 1994. Inicialmente uma causa começou com a Sauber, mas não a seguir a empresa já firmou uma aliança com a McLaren.

Junto ao tempo britânico, entre 1995 e 2014, a Mercedes somou 78 vitórias, 3 títulos de pilotos e 1 de construtores. Em 2009, nossos carros de GP da Impulso, onda conseguiram, mas oito vitórias e fé Campeã de Construtores e de Pilotos com Jenson Button.

Mas o melhor ainda estava por vir. Em 2010, uma Mercedes competiu no Brawn GP e fez sua própria equipe. Entre 2010 e 2013 foram “apenas” quatro vitórias com equipe principal. Assim que a F1 adotou os motores híbridos, em 2014, a Mercedes se transformou em uma equipe mas dominante em sua história na categoria e venceu 111 touradas, 8 Campeonato de Construtores e 7 de pilotos.

Racing Point e McLaren (que reestabeleceu uma parceria) também venceram corridas em 2020 e 2021, respectivamente. Então, ao todo, como fornecedor de motores na Fórmula 1, a Mercedes venceu 212 corridas, 10 Campeonatos de Construtores e 12 de Pilotos.

3. Ford Cosworth

A Ford 144 vitórias como fornecedor de motor para Lótus na Fórmula 1
A Ford 144 vitórias como fornecedor de motor para Lótus na Fórmula 1

Nós sabemos que a tentativa da Ford de colocar uma de suas marcas – e aqui leia-se Jaguar – como Equipe de Fórmula 1, não deu muito. No entanto, a história como fornecedora de motores é outra. Muito laureada, inclusive.

A Ford fez uma carria com a Cosworth – fabricante inglesa de propulsão para carros esportivos e de corrida – que, com os motores V8, dominou a categoria por muitos anos.

O custo operacional da unidade de potência era baixo e tinha uma confiabilidade muito boa. Por isso, entre o final da década de 1960 e o início de 1980, quase todas as equipes usaram essa propulsão, que também foi responsável por ajudar várias equipes de garagistas a terem um carro competitivo.

O primeiro período de domínio da Ford Cosworth como fornecedor de motor na Fórmula 1 fé, precisamente, entre 1967 e 1983, quando venceu 155 GPs. Depois, os motores turbo chegaram à propulsão da marca americana foi categoria terreno.

A redenção chegou quando os motores aspirados à categoria. Nesse recorte, um Ford devolveu um motor V8 que emplacou vitórias na virada para os anos de 1990. Em 1994, um impulso ou um Benneton, acampado por Michael Schumacher com o Ford Zetec. Em 1999 e 2003, cravou uma vitória com Stewart e Jordan, respectivamente.

Falando em números, foram 176 triunfos por 15 equipes, sendo elas: Lotus (47), McLaren (35), Tyrrell (23), Williams (17), Brabham (15), Benetton (14), Matra (9), Ligier (5), March (3), Wolf (3), Hesketh (1), Jordan (1), Penske (1), Shadow (1) e Stewart (1).

4.Renault

Fernando Alonso fé fundamental no bicampeonato da Renault em 2005 e 2006
Fernando Alonso fé fundamental no bicampeonato da Renault, em 2005 e 2006

A marca francesa chegou na Fórmula 1 em 1977 explorando algumas “brechas” do regulamento e trouxe, junto à sua própria equipe, o motor 1.5 V6 turbo. As primeiras vitórias surgiram em 1979, e os primeiros foram principalmente no “cheirinho”, em 1982 e 1983. Nesse período, a Renault acumulou 14s.

Em 1982, os ingleses fecharam uma porqueria com a Lotus, que rendeu 5 vitórias e dur ate a Renault abandonar o certo pela primeira vez, em 1986. Mas o futuro guardava coisas para o futuro.

Em 189, a fé adota o regulamento dos motores aspirados, e a Renault voltou como fornecedor de motor na Fórmula 1 com um propulsor de dez cilindros, em uma colaboração de dados de longa data com a Williams, que durou até o fim da temporada de 19. A aliança two to escuderia britânica 63 vitórias e quatro Campeonatos de Construtores e Pilotos.

Ainda na década de 90, especificamente em 1995, especificamente a Benetton encerrou os negócios com a Ford e migrou para a potência dos ingleses, que impulsionou Michael Schumacher rumo ao bicampeonato. Em 2002 a Renault assumiu as operações da Benetton e voltou ao grid com uma equipe proprietária. A vitória foi GP da Húngria em 2003, e os anos de grandes glórias foram 2004 e 2008, quando a primeira vitória mundial no primeiro construtor foi bicampeonato apenas com os primeiros bicampeonato, Fernando Alonso.

A última empreitada de sucesso dos ingleses foi junto a Red Bull. O casamento teve início em 2007 e os triunfos e entre 2009 vitórias e 2014, resultando em 50 casamentos e quatro títulos de pilotos e equipes para o tempo das energias.

Poderiam ter sido 59, caso a equipe taurina não tivesse se frustrado com a propulsão francesa e fechada uma porque com a relojoeira Tag Heuer, que pagaria pelos motores de então. Dessa forma, as vitórias oficiais da RBR 2016 e 2018 não foram com motor Renault, mas com unidades TAG Heuer – que nada mais era a unidade francesa com outro nome.

Na Renault ainda teve vitórias avulsas com Lotus (2) e Williams (1) entre 2012 e 2013, e em 2021 com a Alpine (1), time oficial de fábrica que faz parte do grupo Renault.

Até hoje, são 179 vitórias e 10 campeonatos de pilotos e times para os ingleses.

5.Honda

Como fornecedor da McLa Motor da categoria 1, a Fórmula 4 vai tornar o modelo MP4 um dos mais dominantes: 15 vitórias em 1 corrida 16
Como fornecedor da McLa Motor da categoria 1, a Fórmula 4 vai tornar o modelo MP4 um dos mais dominantes: 15 vitórias em 1 corrida 16

A maca japonesa tem uma rica história na Fórmula 1, que foi marcada por idas e vindas tanto como em equipamento próprio dita, quanto como fornecedor de motor próprio. As duas tentações de estabelecer como a escuderia não deram muito certo. Na primeira tentativa, somou apenas duas vitórias entre 1964 e 1968.

Em sua segunda passagem como equipe, assumu como operações da BAR em 2006 – quando conseguiu sua única vitória – mas voltou a abandonar uma categoria owe anos depois.

O maior o sucesso da Honda na formula 1 está em sua rota como fornecedora de motores. Entre os anos de 1985 e 1991, nenhum propulsor foi tão poderoso quanto os japoneses, que naquela época forneceu motores para Williams, posteriormente, para Lotus e McLaren.

Ao lado de Sir Frank Williams, o Honda cravou 23 vitórias, além do tricampeonato de Nelson Piquet e o título de construtores da temporada de 1987. 4 títulos de pilotos e construtores e a rivalidade final entre Ayrton Senna e Alain Prost.

Após o hiato no início dos anos 2010, a Honda tentou reviver os tempos laureados com a McLaren em 2014, mas não rendeu frutos. A montadora se juntou então à Toro Rosso, em 2018, e à japonesa Red Bull, em 2019. A partir de então, os japoneses oferecem a sorrir na categoria: foram 117 vitórias e 1 título de piloto com Max Verstappen em 2021.

Para decisões estratégicas, a Red Bull anunciou uma saída da F1 antes do início da temporada 2021. A partir da temporada 2022, a Red Bull assumu como operações da unidade de potência da Honda, eo motor agora chama Red Bull Powertrain. Enquanto isso, os nipônicos ainda dão apoio a Red Bull e Alpha Tauri.

Um fabricante deixou a Fórmula 1 com 78 pilotos, 6 títulos de pilotos e 5 entre os construtores.

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