10 registro muito dificuldades de serem batidos na F1

Na F1, vimos nos últimos anos, principalmente com Lewis Hamilton, uma quebra de vários registros que, inicialmente, pareciam impossíveis. Entretanto, existem muitos dias de bateria, resistindo inclusive desde a origem da categoria.

1 – Vitórias consecutivas




Sebastian Vettel vencendo o GP do Brasil de 2013

Sebastian Vettel vencendo o GP do Brasil de 2013

Foto: Red Bull Racing / Twitter

Esse record quebrado há 8 anos, com Sebastian Vetel, após uma sequência de new Bélgica seguidas, do GP da Bélgica o GP do Brasil de 2013. . Poderiam ser nove, mas na época existia a Indy 500 no calendário da F1 e o italiano não foi disputá-la. Em 2004, Michael Schumacher igualou o record de Ascari, que depois viria a ser quebrado por seu compatriota.

2 – Plataformas consecutivas



Michael Schumacher no pódio do GP do Brasil de 2002

Michael Schumacher no pódio do GP do Brasil de 2002

Foto: F1/Twitter

Esse registro de Nel até 6 tem novo Jim Clark, que conquistou seguidos do GP da Bélgica do Sul de 3. Niki Lauda, ​​Piquet e Michael Schumacher chegaram a igualar o. Mas foi entre os GPs dos EUA de 2001 e o GP do Japão de 2002 bloqueou a gravação e o aumento do número de pódio 19. Contando com todas as etapas em 2002, o que faz de Michael até hoje o único piloto a estar em todos os pódios uma temporada.

Hamilton chegou a fazer 16 entre o GP da Itália de 2014 e o GP da Grã-Bretanha de 2015, mas insuficiente para destruir a marca do alemão.

3 – Pólos consecutivos



Ayrton Senna durante a temporada de 1988

Ayrton Senna durante a temporada de 1988

Foto: F1/Twitter

Entre o GP da Espanha de 1988 e o GP dos EUA de 1989, Ayrton Senna levou as poles seguidas. Não parece muito, porém nunca foi por outro piloto. O próprio Senna fez uma sequência de sete entre o GP da Espanha de 1990 e o GP de Mônaco de 1991. entre o GP da Itália de 2000 e o GP do Brasil de 2001 e, por fim, Lewis Hamilton, entre os GP de Mônaco e Itália de 2015.

4 – Grand Slam



Jim Clark mantém um dos discos mas antigos da F1

Jim Clark mantém um dos discos mas antigos da F1

Foto: F1/Twitter

Este não é só um dos discos mas seguro de ser batido. Mas também fazer apenas um já é algo difícil. A Grand Slam é quando um piloto consegue fazer uma pole, volta mais rápida, todas as voltas e vence a prova. O recordista desde o GP da África do Sul de 1965 é Jim Clark, que chegou naquele momento e tocou Alberto Ascari, que tinha cinco, e ampliou o record para 8.

O feito já dura 56 anos sem ser batido, Michael Schuma chegou a cinco Será e Lewis Hamilton atualmente tem seis, o último conquistado no GP de Abu Dhabi de 2019. Que o britânico vai conseguir bater?

5 – Voltas/Km consecutivas na liderança



Alberto Ascari fé dominante com a Ferrari nossos anos de 1952 e 1953

Alberto Ascari fé dominante com a Ferrari nossos anos de 1952 e 1953

Foto: Ferrari/Twitter

Aqui está um dos registros mas antigos da F1. Alberto Ascari conseguiu liderar 305 (2075 km) voltas entre o GP da Bélgica e dos Países Baixos de 1952. Durou 69 anos e é extremamente difícil de ser batido, quem chegou mas perto da fé Ayrton Senna entre Grã-Bretanha e Itália de 1988 , foram 264 volts (1435 km). Do grid atual, Sebastian Vettel é o que chegou mais perto, entre o GP de Singapura e da Índia de 2012, foram 205 voltas (1112 km).

6 – Vitórias consecutivas por motor



Um Tyrrell 003 equipado com motor Ford Cosworth DFV

Um Tyrrell 003 equipado com motor Ford Cosworth DFV

Foto: John Chapman / Wikipedia Commons

Esse registro não poderia ser de além da marca que não pit a Ford Cosworth. O motor DFV 3.0 V8 teve um período de 16 anos sendo competitivo na categoria, quando equipava quase todas as equipes, com exceção da Ferrari e de algumas outras. Estando várias equipes, os gravadores vieram na Grã-Bretanha de 1968 e o GP de Mônaco de 1970 foram 20, mas entre o GP da Áustria veio de 1972 e o GP de África do Sul de 194 ainda maior: 22 vitórias.

Quem chegou mas próximo do record Faith in Renault, entre o GP da Franca de 1995 e o GP de San Marino de 1996, forum 16, dividido entre Williams e Benetton. Em 1988, uma Honda apresentou 11, uma Ferrari apresentou 10 em 2002 e a Mercedes já apresentou três sequências de 10 vitórias nos últimos anos.

7 – Voltas mas rapidamente em touradas consecutivas
Também pentence a Alberto Ascari: entre o GP da Bélgica de 1952 e o GP da Argentina de 1953 foram sete. Quem chegou mais próximo do record Faith Kimi Raikkonen entra no GP da Espanha e no GP da Grã-Bretanha de 2008.

8 – Porcentagem de vitórias de uma equipe em uma temporada
Em 1988, a endária McLaren MP4/4 pilotada por Ayrton Senna e Alain Prost conseguiu 15 vitórias em 16 touradas, com aprovação de 93,75%. Desde então quem chegou mais perto de uma Ferrari de 2002, vencendo 15 de 17 etapas (88,24%) e Mercedes de 2016, vencendo 19 de 21 etapas (90,48%).

9 – Maior aproveitamento de pontos válidos possíveis



Alberto Ascari durante o GP da Suíça de 1953

Alberto Ascari durante o GP da Suíça de 1953

Foto: Ferrari/Twitter

Esse record não pode ser batido, apenas igualado. Mas para isso um piloto teria que vencer todas as etapas com a volta mais um cenário de 23 etapas por ano e economia de equipamento, isso se torna rápido em todas as etapas.

O 100% de aproveitamento aconteceu três vezes na F1. Mas vale lembrar que na época havia descarte de pontos e os piores resultados eram removidos. Em 1952, Alberto Ascari fez 53,5 pontos, vencendo seis etapas das oito no ano et fazendo cinco voltas mais rápidas, que contava um ponto. Tendo apenas os quatro melhores resultados considerados, Ascari ficou com 36 pontos.

Vale lembrar que ele não participou da primeira prova do ano por dos preparativos da Ferrari para disputar as 500 Milhas de Indianápolis. Até hoje a única vez que a marca italiana correu na lendária prova e esta contava para o campeonato de pilotos na época. Ascari abandonou a prova e venceu como outras seis etapas do campeonato.

As outras duas vezes que isso aconteceu foi Jim Clark, nos owe títulos do piloto britânico: o primeiro em 1963, Clark fez 74 pontos, foram sete vitórias, um segundo lugar, um terceiro lugar e um sexto lugar. Só contaram os melhores resultados, por conta disso ele fechou com 54 pontos.

Em 1965, Clark competiu na Indy 500, que não fazia parte do calendário da F1. Por isso, ele não pode participar do GP de Mônaco. Mas Clark dá-lhe as boas-vindas como a primeira tourada em que participou e seu contato com os resultados para o resultado. Depois, ele sofreu quebras nas três etapas mais recentes. Portanto, fechou com 54 pontos, sem descarte de resultado.

10 – Vencedor mas jovem e mas velho



Max Verstappen após vencer o GP da Espanha de 2016

Max Verstappen após vencer o GP da Espanha de 2016

Foto: F1/Twitter

Em 2016, Max Verstappen venceu o GP da Espanha, com 18 anos, 7 meses e 15 dias, quebrando o recorde anterior, que era de Sebastian Vettel, por aproximadamente 2 anos e 6 meses. Então bastaria um piloto chegar muito jovem na categoria para conseguir não é mesmo? Mas o problema é que a entrada precoce de Max Verstappen na F1 em 2015, com apenas 17 anos, fez com que a FIA mudasse a regra. Agora, apenas pilotos maiores de 18 anos podem entrar, além da regra de pontos para tirar a superlicença. Tudo isso dificulta muito as coisas.

Se o registro de piloto mais antigo já é difícil, o de mais velho já é difícil de ser um dos mais antigos. A marca é de Luigi Fagioli no GP da França de 1953. A vitória na verdade foi fortaleza com Juan Manuel Fangio. Porém na época existia uma regra onde um piloto podia dividir o carro com outro. Fangio levou a prova e começou a ter problemas no motor, caindo para o último.

Então a Alfa Romeo solicitou que Fagioli, que estava em terceiro, trocasse de carro com Fangio. O argentino levou o carro a vitória, enquanto Fagioli pegou o carro de Fangio, abandonando a prova. Mas para os registros, o italiano venceu a corrida, com 53 anos e 22 dias. Acontece que os pilotos atualmente não conseguem chegar a essa idade. Na verdade, o máximo nos últimos anos foi o caso de Michael Schumacher, que tinha 43 anos quando se aposentou e já não era competitivo.

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